Esta é a minha casa virtual onde poderás encontrar muitas letras unidas na construção das palavras, de poesia ou prosa, erguidas pelos sentidos… / Escrevo… para libertar as personagens que não consigo Ser! / Esta casa-blogue nasceu em 28 de Junho de 2006 - Obrigado por visitarem! - Paulo Afonso Ramos
quinta-feira, outubro 31, 2013
sexta-feira, outubro 25, 2013
domingo, outubro 13, 2013
Quando a palavra gratidão nos abraça e acompanha.
Quando a palavra
gratidão nos abraça e acompanha.
Ontem, no lançamento do meu mais recente livro “noites acabadas de chegar”, a felicidade esteve presente. A felicidade é um sorriso sempre presente na minha vida.
Ontem, vieram os amigos e estivemos todos juntos. Depois vieram as palavras que criaram uma forte nuvem de emoção e alegria. Os olhares, os sorrisos e os beijinhos e abraços brindaram à ...vida feliz que todos queremos ter. Que todos, por vezes, temos! O dia tornou-se especial. Hoje, mesmo que ainda não saibam, também vai ser um dia especial. E até eu, imaginem, também sinto que posso ser especial.
Mas, de tudo, há uma
grande certeza em mim: sinto-me muito, muito grato!
A gratidão é mais que uma palavra que nos abraça e acompanha. É uma luz que entra pelos meus olhos e permanece até que os feche. É um olhar escondido que ninguém vê, ou um abraço sentido que dou a qualquer um. Ter amigos na minha vida é ter um grandioso caminho para continuar...
A gratidão, em mim, é a força que faz com que avance. A razão e a emoção abraçadas. A alegria e a aprendizagem a namorarem. A vontade e o momento num sorriso eterno a dizerem sim! Sim, eu quero! Sim, eu consigo!
Os meus verdadeiros amigos são a minha paz. O meu encanto e a minha vida.
Hoje, de dentro da emoção, agradeço-vos de coração a vossa presença naquele evento, agradeço-vos as mensagens e os desejos de terem este livro tão especial para mim. O meu melhor!
Digam-me tudo o que quiserem do evento, do livro ou da nossa cumplicidade, mas façam-no com um sorriso e com a maior consciência que aconteça o que acontecer, estarei sempre grato por existirem!
Gratidão é uma palavra que vos deixo estacionada no olhar!
Gratidão é um sentimento que fugiu do meu coração para abraçar-vos!
A gratidão é mais
que uma palavra que nos abraça e acompanha. É uma luz que entra pelos meus
olhos e permanece até que os feche. É um olhar escondido que ninguém vê, ou um
abraço sentido que dou a qualquer um. Ter amigos na minha vida é ter um
grandioso caminho para continuar...A gratidão é mais que uma palavra que nos abraça e acompanha. É uma luz que entra pelos meus olhos e permanece até que os feche. É um olhar escondido que ninguém vê, ou um abraço sentido que dou a qualquer um. Ter amigos na minha vida é ter um grandioso caminho para continuar...
A gratidão, em mim, é a força que faz com que avance. A razão e a emoção abraçadas. A alegria e a aprendizagem a namorarem. A vontade e o momento num sorriso eterno a dizerem sim! Sim, eu quero! Sim, eu consigo!
Os meus verdadeiros amigos são a minha paz. O meu encanto e a minha vida.
Hoje, de dentro da emoção, agradeço-vos de coração a vossa presença naquele evento, agradeço-vos as mensagens e os desejos de terem este livro tão especial para mim. O meu melhor!
Digam-me tudo o que quiserem do evento, do livro ou da nossa cumplicidade, mas façam-no com um sorriso e com a maior consciência que aconteça o que acontecer, estarei sempre grato por existirem!
Gratidão é uma palavra que vos deixo estacionada no olhar!
Gratidão é um sentimento que fugiu do meu coração para abraçar-vos!
A gratidão, em mim, é a força que faz com que avance. A razão e emoção abraçadas. A alegria e a aprendizagem a namorarem. A vontade e o momento num sorriso eterno a dizerem sim! Sim, eu quero! Sim, eu consigo!
Os meus verdadeiros amigos são a minha paz. O meu encanto e a minha vida.
Hoje, de dentro da emoção, agradeço-vos de coração a vossa presença naquele evento, agradeço-vos as mensagens e os desejos de terem este livro tão especial para mim. O meu melhor!
Digam-me tudo o que quiserem do evento, do livro ou da nossa cumplicidade, mas façam-no com um sorriso e com a maior consciência que aconteça o que acontecer, estarei sempre grato por existirem!
Gratidão é uma palavra que vos deixo estacionada no olhar!
Gratidão é um sentimento que fugiu do meu coração para abraçar-vos!
Hoje, de dentro da
emoção, agradeço-vos de coração a vossa presença naquele evento, agradeço-vos
as mensagens e os desejos de terem este livro tão especial para mim. O meu
melhor!
Digam-me tudo o que
quiserem do evento, do livro ou da nossa cumplicidade, mas façam-no com um
sorriso e com a maior consciência que aconteça o que acontecer, estarei sempre
grato por existirem!
Gratidão é uma
palavra que vos deixo estacionada no olhar!
Gratidão é um sentimento que
fugiu do meu coração para abraçar-vos!
Gratidão é um sentimento que fugiu do meu coração para abraçar-vos!
Gratidão é um sentimento que fugiu do meu coração para abraçar-vos!
Gratidão é uma palavra que vos deixo estacionada no olhar!
Gratidão é um sentimento que fugiu do meu coração pa
(Foto gentilmente cedida por: Paulo Nogueira)
Mas, de tudo, há uma grande certeza em mim: sinto-me muito, muito grato!
A gratidão é mais que uma palavra que nos abraça e acompanha. É uma luz que entra pelos meus olhos e permanece até que os feche. É um olhar escondido que ninguém vê, ou um abraço sentido que dou a qualquer um. Ter amigos na minha vida é ter um grandioso caminho para continuar...
A gratidão, em mim, é a força que faz com que avance. A razão e a emoção abraçadas. A alegria e a aprendizagem a namorarem. A vontade e o momento num sorriso eterno a dizerem sim! Sim, eu quero! Sim, eu consigo!
Os meus verdadeiros amigos são a minha paz. O meu encanto e a minha vida.
Hoje, de dentro da emoção, agradeço-vos de coração a vossa presença naquele evento, agradeço-vos as mensagens e os desejos de terem este livro tão especial para mim. O meu melhor!
Digam-me tudo o que quiserem do evento, do livro ou da nossa cumplicidade, mas façam-no com um sorriso e com a maior consciência que aconteça o que acontecer, estarei sempre grato por existirem!
Gratidão é uma palavra que vos deixo estacionada no olhar
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quarta-feira, outubro 09, 2013
Cortesia do amigo Pedro Nobre
https://soundcloud.com/pedro-nobre-2/paulo-afonso-ramos-noites
Cortesia de Pedro Nobre, grande amigo e locutor na Rádio Quinta do Conde, onde ontem, em direto, leu este texto do meu mais recente livro "noites acabadas de chegar".
Um texto, tal como o livro, que dedico à memória do meu pai.
Grato Pedro Nobre, pela amizade e por todo o apoio que sempre me dás!
Abraço
Cortesia de Pedro Nobre, grande amigo e locutor na Rádio Quinta do Conde, onde ontem, em direto, leu este texto do meu mais recente livro "noites acabadas de chegar".
Um texto, tal como o livro, que dedico à memória do meu pai.
Grato Pedro Nobre, pela amizade e por todo o apoio que sempre me dás!
Abraço
terça-feira, outubro 08, 2013
sexta-feira, outubro 04, 2013
Lançamento do livro "noites acabadas de chegar" de Paulo Afonso Ramos
A Editora LUA DE MARFIM e o Autor Paulo
Afonso Ramos convidam para o lançamento do livro «noites acabadas de chegar» que terá lugar no dia 12 de outubro pelas 18H15 no Hotel Real Palácio, na Rua Tomás Ribeiro, 115 em Lisboa.
Apresentação por Vera Sousa Silva. Leituras por João
de Carvalho.
Contamos com a sua presença.
terça-feira, outubro 01, 2013
Novidade: "noites acabadas de chegar"
Título: noites acabadas de chegar
Autor: Paulo Afonso Ramos
Coleção: Lua Nova
Género: Prosa
Ano: Setembro 2013
P.V.P.: 6,50 €...
Excerto:
“Todos os dias são felizes porque tiveram como mãe
cada noite que abriu o horizonte de existir.”
Autor: Paulo Afonso Ramos
Coleção: Lua Nova
Género: Prosa
Ano: Setembro 2013
P.V.P.: 6,50 €...
Excerto:
“Todos os dias são felizes porque tiveram como mãe
cada noite que abriu o horizonte de existir.”
Encomendas por email: luademarfimeditora@gmail.com
quarta-feira, setembro 25, 2013
"Numa Folha, leve e livre" de António Ramos Rosa
"Numa Folha, leve e livre" de António Ramos Rosa
Foi o seu último livro publicado em vida em Abril de 2013.
P.V.P. de 5,00€
Pode pedir através do nosso email:
luademarfimeditora@gmail.com
domingo, setembro 22, 2013
As Nossas Gavetas
As
gavetas podem ser de todas as cores. De madeira ou de qualquer outra matéria.
Guardam coisas. Guardam o nosso tempo. A nossa memória. Hoje abri mais uma
gaveta do meu corpo. Tirei os papeis. Espalhei-os pela vida. Li-os. Tinham uma
letra tímida. Umas palavras carentes. Umas frases de desejo e esperança.
Descobri que era uma gaveta da minha adolescência, do tempo dos sonhos de vida,
dos ideais, do acreditar. Há gavetas no nosso corpo que têm a capacidade de
surpreender-nos, de mostrar o que já todos fomos: pequeninos.
Esta
gaveta mostrou-me mais, muito mais. Mostrou o que cresci dentro de mim.
Mostrou-me o caminho honrado que já percorri. A força de erguer o sonho. A
consciência de existir com dignidade. Há gavetas em nós que são molas
impulsionadoras. Há gavetas de todas as cores. De todos os tempos. De todas as vivências.
Hoje, com este maravilhoso sol, vou sorrir para a vida e guardar esse momento
numa outra gaveta. Vou, depois, fechá-la. Um dia voltarei, por alguma razão, a
abri-la e a sentir este perfume da vida, este sorriso abraçado ao sol e a
consciência tranquila e feliz. Há gavetas que precisam de ser fechadas. Amanhã
ou depois, voltaremos a elas. Hoje abri mais uma gaveta e sorri. Há sorrisos
feitos gavetas e gavetas feitas corpo. Todos temos um corpo cheio de gavetas.
Bem guardadas por cada momento que está por acontecer. Hoje, de qualquer cor ou
matéria, abri a gaveta que precisava e gostei do que vi. Tenho nas mãos tantas
gavetas por abrir. Tenho no corpo tantas gavetas por viver. Sou todas as cores,
todas as memórias e o caminho feliz por percorrer.
terça-feira, setembro 17, 2013
O SPORTING É NOSSO!
Umas imagens andam a correr a internet com uma pequena criança que irrompe pelo relvado do Estádio do Algarve, para pedir a camisola de Vítor, jogador do Sporting Clube de Portugal. O médio leonino que se estreou nesse encontro frente à equipa do Olhanense, tentou explicar ao rapaz que queria ficar com a camisola da estreia nos verde e brancos, Maurício sensibilizado com as lágrimas do jovem leão retirou a sua camisola e acabou por lha entregar.
O que aconteceu a seguir é o que o futebol deveria significar para todos os adeptos! - IN https://www.facebook.com/omercadodetransferencias?hc_location=stream
O que aconteceu a seguir é o que o futebol deveria significar para todos os adeptos! - IN https://www.facebook.com/omercadodetransferencias?hc_location=stream
sexta-feira, setembro 06, 2013
Cristiano Ronaldo
Irlanda do Norte 2 - 4 Portugal
Cristiano Ronaldo marca 3 golos e ultrapassa Eusébio!
E ainda faz das suas... Uma delícia de futebol ;)
http://www.youtube.com/watch?v=x2GybJ7ZWuQ&feature=share
domingo, setembro 01, 2013
sábado, agosto 31, 2013
Nunca te disse adeus.
Nunca te
disse adeus. Nunca te disse tantas coisas. Adeus Agosto. E tantas coisas
aconteceram que marcaram a nossa vida. Adeus. Sinto saudades de tantas coisas
que ficaram por dizer. De tantas coisas que ficaram por fazer. Tantos olhares
por trocar e no silêncio das palavras esse amor incondicional que nunca morreu.
Em nós nunca nada morreu. Nem poderá morrer. Nunca te disse que a viagem estava
prestes a iniciar-se ou que a vida sem ti é dura. Nunca te disse que o meu
sorriso era a felicidade de te ter. Nunca disse, porque pensei que sabias,
porque sabias sempre tudo. E tudo para mim era um quase nada para ti. Tantas
coisas que senti e não verbalizei. Não partilhei para proteger-te. Para que não
sentisses a mesma dor. Mas tu sabias sempre o caminho da dor, sentias sempre o
vento norte. Tantas coisas que guardei para mim. Nunca te disse adeus. Adeus
Agosto. Vai em paz. Leva o meu olhar forte, o meu sorriso terno. Leva o que
nunca te disse e este mês que guardarei na memória. Leva este adeus. Leva-me as
palavras que no silêncio estaremos sempre juntos. Nunca te disse adeus porque
viveremos no intervalo das palavras e dentro de todos os silêncios. Agora podes
ir. Vai. Faz-se silêncio...
sexta-feira, agosto 30, 2013
quinta-feira, agosto 01, 2013
quarta-feira, julho 31, 2013
segunda-feira, julho 29, 2013
quinta-feira, julho 25, 2013
Rádio Sesimbra FM - Entrevista
24 de Julho de 2013 - Feira do Livro de Sesimbra - Entrevista de Miguel Silva
Sobre a Lua de Marfim Editora
sexta-feira, julho 19, 2013
Boa noite
Hoje não tenho
palavras para dar. Tinha tantas palavras e com o vento acabei por fazer um
abrigo sem janelas. Hoje não tenho frio. Tenho um abrigo. Hoje tenho as mãos
cheias de nada. Nada, para mim, é mais que um mundo da palavra. Nada é um tempo
que nunca termina. Nada é sempre o que ofereço em cada noite que aqui adormeço.
Por vezes, tenho frio e o vento dança nos olhos da noite, outras vezes, tenho
tantas palavras que fogem desse olhar que mora longe.
Hoje não tenho
tristeza. A tristeza é uma prisão que castiga as horas. Hoje não tenho tempo
para esbanjar castigos. Nem as palavras voam nos ventos da noite se não tiverem
asas brancas. Hoje tenho asas brancas e todo o tempo do mundo. Sem a prisão,
sem os castigos.
Hoje, em boa
verdade, tenho mais que muitas palavras. Tenho um trevo de quatro folhas que
olha por mim. Tenho beijos de açúcar e abraços de mel. Tenho luz. Hoje não
tenho palavras para dar, mas tenho amor, o amor de querer viver dentro das
palavras, sem ventos, sem frio e de mãos cheias de nadas... Hoje não! Não tenho
palavras para dar. Perdão! Perdão, deixo cair devagarinho as duas palavras do
costume. Apenas duas. Só duas. Hoje não! Não tenho mais, mais que um tímido boa
noite.
domingo, julho 14, 2013
Entrevista em Alverca
http://www.youtube.com/watch?v=1DpZiWvFn2Y&feature=share
13 de Julho de 2013 no Núcleo Museológico de Alverca
antes da apresentação do livro de poesia "Desigual" de Ricardo Bragança Silveira
Entrevista feita por Adriano Brás Carvalho Pires
13 de Julho de 2013 no Núcleo Museológico de Alverca
antes da apresentação do livro de poesia "Desigual" de Ricardo Bragança Silveira
Entrevista feita por Adriano Brás Carvalho Pires
quinta-feira, julho 11, 2013
VOZES DA NOITE em novo horário
Partilhe connosco as suas descobertas, as preocupações,
coisas positivas que descobriu e que podem ajudar outras pessoas.
Diga-nos, por favor, o que pensa do que vê pelo mundo.
Escolha o
tema e fale do que sabe! Do que viu! Do que sentiu, porque este programa “Vozes da Noite” na sua rádio RQCVD é feito de emoções, experiências
e de partilha.
http://www.radioqc.com/
quinta-feira, julho 04, 2013
Quero ser LIVRO
Quando for
grande, muito grande, quero ser livro. Mas nunca serei um livro qualquer!
A capa será
simples, muito simples, e só com uma ou duas cores. As letras serão mínimas.
Tão mínimas como eu sou por dentro das minhas mãos.
E por dentro,
deste meu livro, existirá o mundo. O meu mundo. Não um mundo qualquer, nem o
mundo que todos conhecem. Haverá histórias de encantar e receitas para todos
serem felizes. Terá muito amor para dar e muitos jogos de palavras. Um livro
feito vida e nunca uma vida feita livro e será tão infinito como eu sou por
dentro dos olhos que moram nos corpos em meu redor. E acabará na página 80. Nela
estará escrita a palavra fim. Fim. Um fim depois da frase; “e já exausto,
abandonou o dia. Todos os dias saudaram-no com uma vénia. Um sinal de respeito
e admiração pelas palavras que fez vida. Seguiu o seu caminho num outro
patamar, meio escuro e invisível, deixando um aceno de despedida e proferindo
as suas últimas palavras – Boa noite. – E nunca mais foi visto...”
E isolada e bem
centrada estará firme a palavra FIM.
segunda-feira, julho 01, 2013
"Alma em Fogo" de Paulo Nogueira
BOM DIA
Bom dia amor
obriguei-me a ver o rio
tentei vislumbrar se o mar chegava ali
quis crer que sim
que abraçava o que outrora abraçámos
os quatro cantos
os sete mares
Hoje
sem retorno
sós
voltámos ao ponto de Partida
com saudade
com mágoa
Venceram os imitadores
sem glória
perdida a esperança,
às vezes chove.
Sabes,
já te vi vencido
e venceste tu
já te vi triste
e o nosso calor era o teu
e esqueceste
a dor
d’alma
Subimos ao topo da montanha
dormimos sobre as rochas
edificámos uma torre
não para chegar ao céu ou admirar os astros
que o tempo não tinha chegado
mas para guiar os nossos e os outros
Não nos agradeceram
não nos deram água a beber
perdida a esperança,
às vezes chove.
Já sabes porque sorris,
às vezes chove.
Vídeo de Luís Pereira
Poema e Voz de Paulo Nogueira
"https://www.facebook.com/video/embed?video_id=10201297388026841"
domingo, junho 30, 2013
"Ao Encontro da Poesia" na RCQ/VD em 2 de Julho de 2013
No programa de "Ao Encontro da Poesia" vai receber em estúdio o poeta RICARDO SILVEIRA. Pedro Nobre não irá marcar presença, mas irá estar em sua substituição o colega Paulo Afonso Ramos... Assim sendo, no próximo dia 02 de Julho fica marcado para as 21h00 o teu programa "Ao Encontro da Poesia" e aqui andamos de mão dada com o poeta….
sexta-feira, junho 21, 2013
VOZES DA NOITE na Rádio Quinta do Conde e Voz Desportiva
Olá
Amigos
Mais
logo conto com a vossa presença, online, para estarem comigo no programa VOZES DA NOITE entre às 19h e às 21h e podem ligar para o: 210 860 787
Quem escolhe o que quer falar é você! Quem liga?
Quem escolhe o que quer falar é você! Quem liga?
Quem
será o/a convidado/a de hoje?
Qual
será o tema?
Grato por estarem
desse lado!
Paulo Afonso Ramos
domingo, junho 16, 2013
Poema declamado por Luís Gaspar -
O livro do mês de Junho já tem um poema declamado pelo Mestre Luís Gaspar, veja aqui:
http://www.estudioraposa.com/index.php/13/06/2013/olivia-santos-aniversario-de-ausencia/
http://www.estudioraposa.com/index.php/13/06/2013/olivia-santos-aniversario-de-ausencia/
Nota biográfica >>
Olívia Santos - É Jurista, Licenciada em Solicitadoria.
Olívia Santos – “Aniversário de ausência”
13.06.2013
Sei que voltas, porque voltas sempre.
Paredes meias com a noite e o sonho
repetem-se os teus passos lentos
anula-se a distância, a linha etérea
que separa a minha loucura
da minha lucidez.
Mas hoje, especialmente hoje,
não te esqueças, de voltar…
Acenderei as velas, como dantes,
vai soltar-se o fumo e através dele
inventaremos personagens e mistérios.
Como dantes, como sempre.
Depois irás… como agora, neste sempre.
Cai uma chuva miudinha dos meus olhos
o relógio enleia-se no tempo,
partem-se os copos de cristal vazios
revolta-se a alma,
em estilhaços de dor e de saudade.
(Poema em “Nos teus olhos a janela do tempo”, edição Lua de Marfim)
Paredes meias com a noite e o sonho
repetem-se os teus passos lentos
anula-se a distância, a linha etérea
que separa a minha loucura
da minha lucidez.
Mas hoje, especialmente hoje,
não te esqueças, de voltar…
Acenderei as velas, como dantes,
vai soltar-se o fumo e através dele
inventaremos personagens e mistérios.
Como dantes, como sempre.
Depois irás… como agora, neste sempre.
Cai uma chuva miudinha dos meus olhos
o relógio enleia-se no tempo,
partem-se os copos de cristal vazios
revolta-se a alma,
em estilhaços de dor e de saudade.
(Poema em “Nos teus olhos a janela do tempo”, edição Lua de Marfim)
domingo, junho 09, 2013
Boa noite, loucos (as)!
Se a noite fosse uma viagem eu estaria sempre a dar a
volta ao mundo e faria dele o nosso mundo. Faria da solidão um mundo melhor e
uma viagem mais atraente. Faria é o meu nome e sou um sonhador profissional.
Trabalho na noite, sem rede, sem vencimento e sem tempo. E sempre que posso
viajo. Mas todos os dias, como um compromisso natural, visito a noite e
perco-me nela. Sou um louco de palavras perdidas que mora do outro lado da lua
e passa os dias a ver o que ninguém vê, mas quando chega a noite, a loucura
morde as palavras e adormeço na escuridão da timidez. Não façam caso, o melhor
disto é adormecer. Todas as noites adormeço no berço do meu sonho e, assim,
meio tonto meio lunático, embalo para acordar feliz. Boa noite, loucos (as) –
loucos (as) também são os que me lêem... – Já disse, boa noite!
sábado, junho 01, 2013
Livro dos mês de Junho de 2013 - "Nos teus olhos a janela do tempo" de Olívia Santos
Sete Saias
O espelho dos meus olhos é o
espelho dos teus olhos. Há uma paisagem brutal ali ao fundo, mar e longe, longe
e mar, baías calmas e escarpas a cair para dentro delas. Os pescadores a
namorar as sete saias, sete pecados mortais e os barcos parados feitos berços
das gaivotas.
Depois chove e tudo se funde e se
confunde com a névoa azulada.
Seja qual for a paisagem, o
espelho dos teus olhos é o espelho dos meus olhos e por isso saberemos sempre,
mão na mão, encontrar conchas e búzios noutras praias e amarrar as tempestades
noutras enseadas, mesmo que eu seja a foz onde se deitam e se desfragmentam as
estrelas cadentes.
in "Nos teus olhos a janela do tempo" de Olívia Santos
terça-feira, maio 28, 2013
Boa noite
Fecho os olhos. Chegou o momento do dia em que saio do meu
corpo para escrever. Olhos. Dedos irrequietos. Mãos emprestadas fazem abrigo. É
a voz do interior que ganha forma e avança. Tudo flui. Tudo é estranho e
rápido. As letras caminham disciplinadas ao som do esgar do pensamento criando
palavras alinhadas que fazem ruas com casas por habitar. Talvez este bairro já
tenha sido cidade. Talvez uma escola ou um rio. Talvez vida. Olhos que desenham
um arquitecto na bravura das sombras que caminham no rosto do tempo. Voz que
aquece a alma com a lenha das vírgulas que não posso usar. Não posso usar.
Tenho este calor e nada me falta. Tenho estes pontos que marcam cada passo ou
cada paragem. Vou devagar. Abro os olhos e começo a ler descobrindo um novo
mundo. Amanhã voltarei a entrar. Olhos fechados e uma vida feita viagem. Uma
noite para adormecer nos teus braços que moram nesse olhar que não dás. Que não
sabes. Tens olhos de fogo. Também tu tens nas vírgulas o mesmo caminho. Pára.
Uma cidade não dá para dois. Um rio não corre. A escola fechou e a luz saiu. Os
olhos são agora a nossa solidão. Adormece devagar. Devagar. De vagar a noite
encheu-se de luz. A lua será sempre a nossa cúmplice. De vagar outro ciclo
aconteceu. Cúmplice. Os olhos... Moram na luz da vontade. Vou indo. Boa noite.
segunda-feira, maio 27, 2013
Boa noite!
Aviso: Em tudo o que ler, neste texto, pense duas vezes.
Pode parecer e não ser!
Vejo-me homem crescido a caminhar na solidão. Uma solidão
mentira. Um caminho ilusão. Vejo-me num bosque verde. Cheio de árvores,
arbustos e flores de cheiro intenso. E na terra batida, meio húmida meio
verdade, sinto o caminho. Sinto a despedida da solidão num abraço dos tempos.
Memórias que o mundo guardava enquanto esperava pela minha passagem. São mil imagens
que cada cheiro traz. São mil momentos que cada vento semeia, e eu, egoísta, a
chamar a solidão. A desrespeitar a natureza. A rima da beleza. A noção do
passado e a vontade do tempo. As esperas. Vejo-me homem a crescer. A aprender.
A tocar nos objectos para entender o seu corpo. E a solidão é uma ilha que vem
dos meus pés ao meu olhar. Sei que sou os ramos da árvore que mora no caminho
do espaço que vejo, que sinto e morro na mentira. Morro na ilusão e fujo para o
bosque. Abraço flores e roubo-lhes os cheiros.
Esta é a minha terra. A minha essência. A minha paixão. O
meu caminho. E compreendo que caminhar é viver aprendendo a morrer na esperança
que consiga chegar. Chegar ao interior das coisas.
Esses olhos que lêem ficam perdidos no coração das
palavras, sentem o palpitar e choram de emoção. Vivem no meu caminho. Sentem o
mesmo cheiro. A mesma mentira e ilusão e julgam que não!
Boa noite!
domingo, maio 26, 2013
José Luís Peixoto
Com o escritor José Luís Peixoto
IV ENCONTRO DE ESCRITORES LUSÓFONOS em Centro Cultural da Malaposta - Olival Basto - Odivelas
Foto tirada e gentilmente cedida por: João Ramos
quarta-feira, maio 08, 2013
MEIA LUA em POESIA Cheia
COLEÇÃO MEIA LUA
– Cadernos de Poesia –
Coordenação: Gisela Ramos Rosa
Lua de Marfim –
Editora Unip. Lda,
Telefone: 00351 219 594 817
AGRIPINA
COSTA MARQUES – MORADA RECÔNDITA
MARIA
TERESA DIAS FURTADO – O ARCO DO TEMPO
AMADEU
BAPTISTA – ATLAS DAS CIRCUNSTÂNCIAS
CASIMIRO DE
BRITO – A BOCA NA FONTE
GRAÇA PIRES – CADERNO DE SIGNIFICADOS
ANTÓNIO
RAMOS ROSA – NUMA FOLHA, LEVE E
LIVRE
Acompanhe no FACEBOOK em: https://www.facebook.com/pages/Colec%C3%A7%C3%A3o-de-Poesia-Meia-Lua/246542722131354?ref=hl
Cada LIVRO tem o P.V.P. de 5,00 €
Pode ser encomendado por Email: luademarfimeditora@gmail.com
Ou por mensagem privada no Facebook
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PORTUGAL Continental a partir de 10,00 €
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sexta-feira, maio 03, 2013
Na RQCVD em Quinta do Conde
Há dias assim, uns que parecem maiores que os outros...
Hoje foi um daqueles de emoções fortes!
O programa n.º 4 de hoje, 3/5/2013, teve a gentil participação de: Ana - Cristina Caeiro - Olivia Santos - Maria Besuga - Joaquim Carmo e Paula Delgado . Gratos a todos os que acompanharam o programa, em especial, a estes amigos que ligaram e assim ajudaram a construir um lindo momento de emoções fortes! Abraço-vos a todos.
Hoje foi um daqueles de emoções fortes!
O programa n.º 4 de hoje, 3/5/2013, teve a gentil participação de: Ana - Cristina Caeiro - Olivia Santos - Maria Besuga - Joaquim Carmo e Paula Delgado . Gratos a todos os que acompanharam o programa, em especial, a estes amigos que ligaram e assim ajudaram a construir um lindo momento de emoções fortes! Abraço-vos a todos.
quinta-feira, maio 02, 2013
"Numa folha, leve e livre" de António Ramos Rosa
Título:
Numa folha, leve e livre
Autor:
António Ramos Rosa
Coleção: Meia Lua
Género: Cadernos de Poesia
Género: Cadernos de Poesia
Ano:
Abril 2013
P.V.P.: 5,00 €
P.V.P.: 5,00 €
Sinopse:
Corpo e alma num
novo corpo de texto assim é a palavra de Ramos Rosa.
O poeta escuta o seu próprio interior e a voz do seu ser é já “Folha Leve e Livre”, água da vida, dança, arco de possibilidades. Aqui a natureza ganha a voz do sol e da sombra, entre o visível e o invisível a palavra abre o tempo e o espaço: “Amar as palavras/é inventar o vento/através da noite/em pleno dia” ou ainda “Se escrevo/é para entrar no claro círculo do dia/e ser uma pedra que respira/um núcleo branco”. – Gisela Ramos Rosa
sábado, abril 27, 2013
Ana Leal suspensa da TVI
Muito bom dia!
Um excelente sábado para todos!
Um excelente sábado para todos!
Hoje estarei, a partir das 14h30m na Sociedade Filarmónica Democrática
Timbre Seixalense – Seixal
Ontem ao fim de tarde fui surpreendido com a notícia da
suspensão da jornalista Ana Leal da TVI.
Não conheço a pessoa, mas acompanho a profissional através
das suas reportagens, em especial, na Repórter TVI. Vejo isenção e a tentativa
de informar o grande público e também facilmente entendo que “mexe” em assuntos
que podem incomodar muita gente, mas é preciso que alguém dê voz, mostre a
realidade que camuflada existe no nosso dia-a-dia. Não conheço a causa deste
processo de inquérito nem faço julgamentos antecipados, mas afirmo sem medos de
que precisamos de bons profissionais e de gente que quer mostrar-nos o país
real que temos! Afirmo e reafirmo: Gosto do trabalho que a Ana Leal faz!
Por último fica o meu sincero desejo que tudo seja breve e
se resolva bem, e que a opinião pública não fique privada deste trabalho de
grande qualidade!
Tenham um excelente fim-de-semana!
Divirtam-se a conquistar cada minuto da vossa vida!
Muitos sorrisos para todos!
Muitos sorrisos para todos!
sábado, abril 20, 2013
sexta-feira, abril 19, 2013
sexta-feira, abril 05, 2013
VOZES DA NOITE na RQCVD
Um agradecimento especial a todos os ouvintes e, claro, a toda a equipa da RQCVD - Rádio Quinta do Conde e Voz Desportiva - pela oportunidade dada para este novo programa VOZES DA NOITE.
Para a semana conto com todos!
Paulo Afonso Ramos
SINOPSE
Na RQCVD – Rádio Quinta do Conde e Voz Desportiva – "VOZES DE NOITE" é o programa em que irás estar à conversa com Paulo Afonso Ramos, e entre músicas, daremos VOZ ao todo o auditório para que partilhes a tua opinião, desabafes e passes um excelente tempo na nossa companhia.
Todos nós somos as “VOZES DA NOITE”
REALIZAÇÃO E APRESENTAÇÃO
Paulo Afonso Ramos
HORÁRIO
Sexta-feira > 19H às 21H
segunda-feira, abril 01, 2013
sábado, março 30, 2013
VOZES DA NOITE na RQCVD
Na RQCVD – Vozes da Noite é
um programa às 6.ª feiras das 19h às 21h.
À conversa com Paulo Afonso Ramos, e entre músicas, damos VOZ
ao vasto auditório para que partilhe a sua opinião, desabafe e passe um
excelente tempo na nossa companhia.
Todos nós somos as “Vozes
da Noite”! http://www.radioqc.com/
sexta-feira, março 29, 2013
segunda-feira, março 25, 2013
PALAVRAS MAL DITAS de PEDRO BARROSO
Amigos, hoje apago a luz e adormeço feliz. Adormeço sempre feliz, mas hoje sinto-me ETERNO na minha felicidade. Mais um projecto que ganhou vida, cor e luz. Ganhou espaço e felicidade. Poesia, sempre a Poesia que aquece cada momento, cada noite fria. “Palavras mal ditas” são, aqui, bem ditas pelo próprio autor: Pedro Barroso. E assim, como comecei o dia, termino com a voz deste grande Senhor da Cultura Portuguesa que seja para todos nós um ETERNO. Obrigado Pedro. Grato por confiar em mim e na Lua De Marfim Editora com este novo Livro + CD. Boa noite!
sábado, março 23, 2013
segunda-feira, março 18, 2013
quinta-feira, março 07, 2013
Rogério Charraz canta poema de Sofia de Barros
Este poema, da Sofia de Barros, aqui cantado
ao vivo e sem microfone, pelo nosso amigo Rogério Charraz:
SOFIA DE BARROS, in “ANTES DE SERMOS DIA” – (LUA DE
MARFIM, 2012)
Campo lavrado
Fossem as
minhas mãos doces arados,
sulcando o
chão que é esse teu cheiro,
no húmus
destes beijos demorados
e serias campo
lavrado por inteiro.
Fossem os meus
olhos ventania,
estendendo-te
no solo de rajada,
num sopro toda
eu estremeceria
e já serias
terra, e eu nortada.
Fosse a minha
boca leve semente,
florescendo de
manhã no teu olhar,
e já o teu
sémen no meu ventre
seria promessa
de vida a germinar.
sexta-feira, março 01, 2013
Jornal "A BOLA" de QUA 27 FEV 2013 Ano LXIX, N.º 14.312
Não querer fazer
de estádio, morgue...
‘Futuro Risonho’, romance policial de Mário Nóbrega
onde há mistério no querer saber-se _de que clube se é ou no ver o Benfica-FC
Porto na TV de Mário Zambujal achou-o
«excelente»
Na apresentação que
lhe coube, Mário Zambujal revelou: «Estamos em presença de um excelente livro.
Muito bem estruturado, as suas personagens estão bem caracterizadas e a sua
trama sustentada de uma maneira que prende o leitor da primeira à última
página. Por conseguinte, um livro a não perder, ainda mais porque, com
determinação e coragem, o autor escreve uma história ficcionada que se enquadra
na história atual».
É mesmo isso (aliás, é mais, verá...) este Futuro
Risonho, de Mário Nóbrega. Quem lhe leu o anterior Um Mês, thriller
forte e polémico que brevemente poderá passar a cinema através da arte de um
realizador premiado em Cannes – verá que há várias pontes a ligá-los.
Mistério no Benfica-FC Porto
Para além de paixão e morte, frenesins e
sensualidades, flirts e traições, devaneios e noites quentes, por ele o
passa futebol (como se não imaginaria), no diálogo entre um capitão da GNR e um
inspetor da Polícia Judiciária:
- Qual é o seu clube?
Alfredo Medeiros estaria à espera de ouvir tudo e
mais alguma coisa, mesmo que tal pudesse significar mais problemas para a
investigação que já o perturbava demasiado, mas aquela pergunta... Não, não era
possível. E apenas conseguiu, na circunstância, responder com outra pergunta.
- O quê?!
- Qual é o seu clube? Não me vai
dizer que não tem um...
- Tenho, claro. Quem não tem um
clube?
- Então, diga-me lá qual é o seu?
- Desportivo de Chaves.
- Só pode estar a brincar comigo.
Percebe-se que não, não é brincadeira nenhuma,
fala-se de Raúl Águas a atirar o Chaves para a Taça UEFA – e salta, subtil, a
revelação sobre o também torcer por outro grande e o não largar o sofá:
- Não admito que quem vá a um
estádio possa estar sujeito a ter a sua vida em perigo. Até parece que as
pessoas vão para um campo minado...
- Lá isso é verdade.
- O capitão reparou que toda a
gente é revistada nas entradas dos estádios e, depois, durante um jogo, são
lançados petardos e toda a espécie de objetos para o relvado? Os estádios,
capitão, estão transformados em arenas, como no tempo dos romanos. O futebol
devia funcionar como mola impulsionadora de convívio, apesar do desejo legítimo
de se querer ganhar, e não como um passaporte para o hospital ou para a morgue.
Não, capitão, morte já eu tenho de sobra na minha profissão.
O capitão admite que gostava do Campomaiorense e
do... FC Porto – e desafia o inspetor para irem, ambos, ver na televisão o
Benfica-FC Porto. (E ler o livro é descobrir que a ideia, afinal, não era
apenas olhar para o jogo...)
tiros na fábrica de rolhas
OK, mas de que trata, então, este Futuro Risonho?
Se de um ajuste de contas, se de um crime passional se apurará, após o
proprietário de uma fábrica de rolhas de cortiça aparecer assassinado com três
tiros à porta da empresa, numa noite de janeiro...
entre morte e contrabando
«Numa escrita de estilo cinematográfico, o leitor é
convidado a acompanhar as investigações comandadas pelo inspetor Alfredo
Medeiros, da Polícia Judiciária, e pelo capitão Acácio Freitas, da GNR, e num
fôlego chega ao fim do enredo deste romance policial no qual abunda gente
considerada suspeita de ter cometido o crime que para sempre mudou a vivência
de Aldeia do Monte, no Alentejo. Curiosamente, enquanto decorre a investigação
ao assassínio de Geraldo Santos Ferro, uma outra, visando o desmantelamento de
uma rede de contrabando de tabaco, com quartel-general em Espanha e rota
pelas imediações de Aldeia do Monte, é coroada de êxito devido a um...
esquecimento».
É assim que, na contracapa, se levanta o véu à obra.
E sim: ler este Futuro Risonho é mesmo saltitar de suspense em suspense
até se chegar à frase, esfíngica ou não, que o matador larga ao ser apanhado:
«Fiz
aquilo que tinha de ser feito». (E ao chegar
aí, quem lá chegou, percebeu que, afinal, talvez não tenha sido por acaso ou
circunstância, que Mário Nóbrega, enquanto foi escrevendo o seu Futuro
Risonho não deixou, nunca, de ter presente uma ideia a povoar-lhe o
pensamento: a de a ficção ser filha da realidade.)
Na foto: Mário Zambujal, Mário Nóbrega e Paulo Afonso Ramos
segunda-feira, fevereiro 25, 2013
Todo o homem tem que morrer!
Todo o homem tem que morrer!
Fecho os olhos. Finalmente chego a casa. Fiz o meu
caminho o melhor que sabia, talvez melhor podia, mas caminhei com os meus pés e
aprendi com os erros e quando decidi foi pela minha cabeça que pensei.
Fugi das guerras dos homens sem nunca me sentir
covarde. Afastei-me da meninice sem nunca perder a saudade. Desenhei na lua o
meu maior sonho e sorri na esperança de vê-lo crescer como uma criança feliz.
Todo o homem tem que lutar para crescer e eu lutei.
Todo o homem tem que perder para aprender e eu perdi. Todo o homem tem que
sofrer para viver e eu sofri. Mas também sorri! Também tive o brilho das
estrelas nos meus olhos e a luz da lua na minha alma. Mas, apesar de tudo, a
vida é um tempo, um espaço e todo o homem tem que morrer!
Em
mim já adormeceu um passado que não volta. Fecho os olhos. E viajo para o
fim... Todo o homem tem que morrer. Chego a casa, fecho a porta, as janelas e
deixo-me acontecer! Afinal, porque sim, todo o homem tem que morrer e eu hoje quero
ficar em casa.
Eduardo Montepuez, 25 de
Fevereiro de 2013
domingo, fevereiro 03, 2013
Agradecimento do 2.º Aniversário
Olá
Amigos!
Ontem
foi mais um dia marcante para mim, para a Lua de Marfim Editora e para todos os
que amam a escrita. Comemorar 2 anos de existência foi fantástico! Ter tantos
amigos junto de nós foi gratificante. Como ontem disse, foram 2 anos de luta e
de muito trabalho junto de uma equipa fabulosa que unida se esforça para dar o
seu melhor em prol de bons livros, da boa literatura. Muito caminho ainda há
para andar, muita luta e claro, muito esforço e dedicação, mas os 74 títulos
que existem já são uma boa mostra das nossas capacidades, dos bons Autores. A
todos os que já leram alguma coisa da nossa editora segue um abraço.
Gratos
por estarem ao nosso lado!
Paulo
Afonso Ramos
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
2 Anos depois...
Bom dia!
O nevoeiro esconde-nos a Lua sempre presente na nossa Alma. Talvez a proteja, a guarde para amanhã, que será o dia da festa. Certo é, que passaram 2 anos e tanta gente esteve envolvida, de uma forma ou de outra, neste sonho/projecto.
Para todos os envolvidos (até como Leitores) segue, sem nevoeiro, o meu reconhecimento num abraço apertado!
Grato por existirem!
Boa sexta-feira e até amanhã no Campo Grande, 56 em Lisboa.
O nevoeiro esconde-nos a Lua sempre presente na nossa Alma. Talvez a proteja, a guarde para amanhã, que será o dia da festa. Certo é, que passaram 2 anos e tanta gente esteve envolvida, de uma forma ou de outra, neste sonho/projecto.
Para todos os envolvidos (até como Leitores) segue, sem nevoeiro, o meu reconhecimento num abraço apertado!
Grato por existirem!
Boa sexta-feira e até amanhã no Campo Grande, 56 em Lisboa.
quarta-feira, janeiro 16, 2013
2.º Aniversário da Lua de Marfim
2.º
Aniversário da Lua de Marfim
A equipa da Lua de Marfim Editora convida-vos a estarem presentes na grande
festa do seu 2º aniversário,
a realizar no dia 2 de Fevereiro
(sábado), às 16h, no auditório do Campo Grande 56 em Lisboa, onde, entre outras surpresas,
será o lançamento das antologias “A vida
num sonho” e “Se sonhas consegues
fazer” em que participam vários autores.
Teremos momentos musicais com Rogério Charraz
Uma tarde de festa que contamos consigo.
Apareça! Venha divertir-se!
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