sábado, dezembro 09, 2006

Carta de Amor

Querida,


Acordei agora e encontrei-te ao meu lado, senti um mesclado de alívio e saudade. Alívio por ver-te serena e bem juntinha a mim, saudade por terem passado algumas horas sem trocar qualquer palavra contigo, sem ver o teu sorriso, sem sentir a tua expressão afectiva e amiga. A noite foi longa, houve momentos que troquei o meu sono pela oportunidade de olhar para ti, bela adormecida, momentos de magia em que pensei agradecer a ARTÊMIS por tu existires, agradecer a AFRODITE por seres tão bela e cheia de amor, a APOLO pela luz que se fez na minha vida ao cruzar os nossos destinos e a HÉSTIA pela harmonia que existe no nosso lar. O meu agradecimento foi direccionado a ZEUS.
Quando acordares, não saberás destes meus rituais nem tão pouco irei contar-te, não será de todo necessário, porque o importante é existir entre nós a química do sentimento e a telepatia da comunicação, como sinais de fumo ou as trocas de olhares, como as expressões faciais que tão bem conhecemos.
Querida, é tudo isto e muito mais, que ambiciono dizer-te diariamente e por inúmeras razões nunca chego a dizer-te. Hoje decidi escrever-te esta carta para não passar mais um dia, tento que por gestos ou atitudes diárias expressar-te tudo isto, espero que com sucesso.
Se deixares, resumir tudo isto, numa palavra, poderei dizer sempre…AMO-TE.

O teu amor – 15 de Outubro de 2006

P.S. Perdoa-me por nunca conseguir dar-te tudo o que mereces e metade do que me dás!

1 comentário:

Vera disse...

O Amo-te resume tudo e não são precisas mais palavras!
Uma carta linda.