
Porque escrevo?
Se desperdiço o talento
Se ninguém lê.
Porque escrevo?
Se não tenho qualquer alento
Que alguém me dê
Escrevo o que não devo.
Porque me importo?
Com o que acontece...
Então!
Faço o que devo
Desperdiço o vento
E aprecio o sol
Esqueço o talento
E escrevo,
Mesmo que ninguém leia
Solto a minha alegria
O meu prazer
Oriundo do meu intimo.
A ideia,
Talvez transformada em poesia
É o que me faz escrever.
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