
Devolve-me o mar
O azul salgado
A espuma, o rosto molhado
Do silêncio ausente.
Devolve-me o sentido
Algures perdido
Vagabundo do teu imaginário
Um presente
Que julgavas teu
“Filho” da tua mente.
Devolve-me a água
Devolve-me o horizonte
Devolve-me a ideia.
Brinca na areia
De rosto transparente
Recebo carente
Tudo o que devolves.
Tenho a noção, tenho o mar
Tenho a expressão desse olhar
Do grito onde me envolves!
3 comentários:
Lindo! Cheio! Adorei este poema.
Beijo*
Queria devolver-te o mar, os sentidos, o presente e o futuro... mas nada disso me pertence por isso devolvo-te o sorriso.
Beijo, Paulo....
Bem, amei...es pronto.
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