
Sou a vitima
de mim mesmo
das minhas acções
das minhas palavras…
sou eu… o que sofre
por fazer ou ter
as acções mais infundadas
por escrever ou dizer
as palavras inacabadas…
Sofro e choro em silêncio!
Sou um construtor em grande escala
de um mundo que não existe
sou um sonhador em erosão
dos momentos impossíveis
sou a pessoa
que se veste de culpa
e se despe da realidade
sou o monstro mentira
sou o palhaço verdade
sou a ira
sou a lágrima
sou o sorriso
sou o destino perdido…
que nunca será encontrado!
Vivo e morro tão solitário!
Vitima da sociedade
prisioneiro dos sentimentos
sou o que não pareço
um sentido
uma emoção
sou a ilusão
um palhaço perdido
sou a luz
do meu coração…
Sou o palhaço solitário que vive perdido…
Escondido…
3 comentários:
Já somos dois....
Está espectacular
Beijo
Todos temos essa faceta... Especialmente de solitários!
Belo poema amigo!
Beijinhos
A eterna dualidade que cohabita dentro de cada um de nós. Nem sempre é uma existência pacífica, nem de fácil compreensão...possivelmente é essa mesmo a nossa essência...
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