Estimado/a Leitor/a,
"Quando uma jovem autora une a simplicidade, delicadeza e a imaginação no acto da escrita, só pode nascer um livro assim, onde, ao virar de cada página, o leitor se surpreende porque se encanta e se deixa encantar."
Se puder, pode assistir a sessão de apresentação do livro “A grande máquina do tempo” a ter lugar no Ateneu Comercial do Porto, sito na Rua Passos Manuel, 44, Porto, no próximo dia 10 de Julho, pelas 16:00.
No link veja a grande entrevista da nossa autora de 9 anos:
Mafalda
Tem apenas 9 anos e já publicou um livro
Veja o vídeo em:
http://www.sic.pt/online/video/programas/vida-nova/2010/6/mafalda30-06-2010-10141.htm
Mensagem: Mafalda na SIC
Muito Obrigado
Esta é a minha casa virtual onde poderás encontrar muitas letras unidas na construção das palavras, de poesia ou prosa, erguidas pelos sentidos… / Escrevo… para libertar as personagens que não consigo Ser! / Esta casa-blogue nasceu em 28 de Junho de 2006 - Obrigado por visitarem! - Paulo Afonso Ramos
quarta-feira, junho 30, 2010
sábado, junho 26, 2010
Hoje estarei aqui...
terça-feira, junho 22, 2010
"Traços do destino" A apresentação e a entrevista!
http://www.tvamadora.com/video.aspx?videoid=875
Vera Sousa Silva nasceu em Lisboa, a 27 de Janeiro de 1974. Em 2007 lançou o seu primeiro livro de poesia "Pétalas Soltas" pela Corpos Editora e, em Fevereiro de 2009, "Amar-te em Silêncio", pela Edium Editores. Em 2007 participou na antologia de poesia do site Luso-Poemas no género poesia e, em 2008, com prosa poética. Escreve com assiduidade no seu blog (www.prosas-e-versos .blogspot.com) e no site de poesia: www.luso-poemas.net. No mesmo site participou em alguns concursos, vencendo em Dezembro de 2006 o Concurso “Poema de Natal” e em Junho de 2008 o “Concurso do Vinho”, ambos na vertente de poesia, o que, desde 2006, lhe valeu o direito a condição de Membro de Honra.
Na Temas Originais, é autora de:
(2009)
Traços do Destino
(Contos)
Sinopse: Vera Sousa e Silva relata-nos, em linguagem fácil mas profundamente humana, as emoções com que constrói cada uma das suas personagens e lhes empresta um cunho de autenticidade. (do Prefácio, por Vítor Cintra)
Vera Sousa Silva nasceu em Lisboa, a 27 de Janeiro de 1974. Em 2007 lançou o seu primeiro livro de poesia "Pétalas Soltas" pela Corpos Editora e, em Fevereiro de 2009, "Amar-te em Silêncio", pela Edium Editores. Em 2007 participou na antologia de poesia do site Luso-Poemas no género poesia e, em 2008, com prosa poética. Escreve com assiduidade no seu blog (www.prosas-e-versos .blogspot.com) e no site de poesia: www.luso-poemas.net. No mesmo site participou em alguns concursos, vencendo em Dezembro de 2006 o Concurso “Poema de Natal” e em Junho de 2008 o “Concurso do Vinho”, ambos na vertente de poesia, o que, desde 2006, lhe valeu o direito a condição de Membro de Honra.
Na Temas Originais, é autora de:
(2009)
Traços do Destino
(Contos)
Sinopse: Vera Sousa e Silva relata-nos, em linguagem fácil mas profundamente humana, as emoções com que constrói cada uma das suas personagens e lhes empresta um cunho de autenticidade. (do Prefácio, por Vítor Cintra)
terça-feira, junho 15, 2010
Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos
Um bom momento nunca está só!
No próximo sábado a Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos está de parabéns porque celebra o seu primeiro aniversário.
Todos sabemos da verdadeira importância de uma boa biblioteca na sociedade, mas poucos ousam pensar nos que nela labutam diariamente para servir a população.
Os meus sinceros parabéns aos que trabalham na Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos
Apareçam no próximo sábado para comemorarem este 1.º Aniversário e desfrutem o vasto e fantástico programa, do qual destaco:
O Presidente da Câmara Municipal da Amadora, Joaquim Moreira Raposo, a autora, Vera Sousa Silva, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Traços do Destino”, a ter lugar na Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, sita na Avenida Conde de Guimarães, 6, Reboleira na Amadora, no próximo dia 19 de Junho, pelas 15:00.
Obra e autora serão apresentadas pelo poeta Carlos Teixeira Luís.
Após esta sessão, que integra as comemorações do 1.º Aniversário da Biblioteca Municipal Fernando Pinteira Santos, servir-se-á um Porto de Honra.
Traços do Destino
(Contos)
Sinopse: Vera Sousa e Silva relata-nos, em linguagem fácil mas profundamente humana, as emoções com que constrói cada uma das suas personagens e lhes empresta um cunho de autenticidade. (do Prefácio, por Vítor Cintra)
Um bom momento nunca está só!
E deve ser partilhado, sentido e comemorado!
Grato por existirem.
Paulo
domingo, junho 06, 2010
Livro de Joel Flor – “O Viajante”
Livro de Joel Flor – “O Viajante”
Apresentação de: Paulo Afonso Ramos
Lisboa: 5 de Junho de 2010
Muito boa tarde a todos,
Começo por agradecer ao Joel Flor a possibilidade de apresentar este livro. E como a vida ensina-nos, a todo o momento, no lançamento do meu último livro “Entre as Margens da Memória” apresentado, e muito bem, pelo meu amigo Mário Nóbrega jornalista do diário desportivo “ABOLA”, aprendi com ele e cito: “porque pretendo, em autodefesa, ser breve para não ser grande a margem de erro”. E é nesta linha de raciocínio, que farei uma breve apresentação da obra, deixando, também eu, toda a margem de manobra para que a possam ler.
Porque “O Viajante” é um conto longo que merece ser lido. Este conto está dividido em três partes, e, de todas as partes, se pode extrair alguma filosofia de vida. E essa filosofia de vida pode ser comparada e aplicada aos nossos dias, podendo também, enquanto história em conto, ser sentida na própria leitura e absorvência da história, porque nos entrega uma mensagem interessante.
A evidenciar este facto, retirando do seu conteúdo, poderei dizer-vos o seguinte – E cito: - “Antes que as causalidades do tempo nos tirem as forças de caminhar e os sonhos se transformem em memórias que nunca existiram”. Esta fabulosa frase é a base deste livro, que nos permite, ao lê-lo, viajar por mundos desconhecidos e nunca antes imaginados. Direi que esta mensagem, no início do livro, nos dá uma profundidade e uma aptidão para nos sentirmos preparados, ou melhor, confere-nos uma autonomia literária para o que vem a seguir: uma viagem inesperada. Uma constante mudança com uma viagem sempre por acontecer, dando assim, ao livro, todo o sentido de ser “O Viajante”.
Nesta obra de Joel Flor há uma espécie de vida própria, inventada, com uma forte ligação que consegue prender quem a lê.
E as viagens, como já referi, são constantes, desde a escravatura e o testemunho desses tempos até a mais sábia lição de vida, sempre em aventuras do fantástico que nos entretêm e que, em simultâneo, nos passam uma mensagem importante. Uma mensagem quase na linha do Yoga.
Quero, mais uma vez, citar o Autor para vos divulgar a excelente descoberta que fez, ilustrada na seguinte frase do livro: “A felicidade não consistia em obtermos aquilo que queremos, mas sim em sorrirmos para aquilo que temos”.
Ora, pelas citações já apresentadas podemos auferir alguma mais-valia deste livro, e isto é apenas um dos caminhos que podemos percorrer. Porque não é o único. Este volume também nos trás a possibilidade de lermos uma boa história de aventuras em tempo de férias, pela leveza como foi escrito. É refrescante e imprevisível.
Boas leituras para todos e muito obrigado pela vossa atenção.
Apresentação de: Paulo Afonso Ramos
Lisboa: 5 de Junho de 2010
Muito boa tarde a todos,
Começo por agradecer ao Joel Flor a possibilidade de apresentar este livro. E como a vida ensina-nos, a todo o momento, no lançamento do meu último livro “Entre as Margens da Memória” apresentado, e muito bem, pelo meu amigo Mário Nóbrega jornalista do diário desportivo “ABOLA”, aprendi com ele e cito: “porque pretendo, em autodefesa, ser breve para não ser grande a margem de erro”. E é nesta linha de raciocínio, que farei uma breve apresentação da obra, deixando, também eu, toda a margem de manobra para que a possam ler.
Porque “O Viajante” é um conto longo que merece ser lido. Este conto está dividido em três partes, e, de todas as partes, se pode extrair alguma filosofia de vida. E essa filosofia de vida pode ser comparada e aplicada aos nossos dias, podendo também, enquanto história em conto, ser sentida na própria leitura e absorvência da história, porque nos entrega uma mensagem interessante.
A evidenciar este facto, retirando do seu conteúdo, poderei dizer-vos o seguinte – E cito: - “Antes que as causalidades do tempo nos tirem as forças de caminhar e os sonhos se transformem em memórias que nunca existiram”. Esta fabulosa frase é a base deste livro, que nos permite, ao lê-lo, viajar por mundos desconhecidos e nunca antes imaginados. Direi que esta mensagem, no início do livro, nos dá uma profundidade e uma aptidão para nos sentirmos preparados, ou melhor, confere-nos uma autonomia literária para o que vem a seguir: uma viagem inesperada. Uma constante mudança com uma viagem sempre por acontecer, dando assim, ao livro, todo o sentido de ser “O Viajante”.
Nesta obra de Joel Flor há uma espécie de vida própria, inventada, com uma forte ligação que consegue prender quem a lê.
E as viagens, como já referi, são constantes, desde a escravatura e o testemunho desses tempos até a mais sábia lição de vida, sempre em aventuras do fantástico que nos entretêm e que, em simultâneo, nos passam uma mensagem importante. Uma mensagem quase na linha do Yoga.
Quero, mais uma vez, citar o Autor para vos divulgar a excelente descoberta que fez, ilustrada na seguinte frase do livro: “A felicidade não consistia em obtermos aquilo que queremos, mas sim em sorrirmos para aquilo que temos”.
Ora, pelas citações já apresentadas podemos auferir alguma mais-valia deste livro, e isto é apenas um dos caminhos que podemos percorrer. Porque não é o único. Este volume também nos trás a possibilidade de lermos uma boa história de aventuras em tempo de férias, pela leveza como foi escrito. É refrescante e imprevisível.
Boas leituras para todos e muito obrigado pela vossa atenção.
terça-feira, junho 01, 2010
Lançamento do livro de Contos “O Viajante”

O autor, Joel Flor, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “O Viajante” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 5 de Junho, pelas 16:00.
Obra e autor serão apresentados pelo escritor Paulo Afonso Ramos.
O Viajante
(Conto)
Sinopse: Uma narrativa onde o fantástico marca presença, sempre sob uma escrita concisa e extremamente sugestiva.
Sobre o Autor: Joel Flor
Joel Martins Duarte Flor, nasceu a 26/08/1981 na cidade de Cuiabá no estado de Mato-Grosso, Brasil. Filho de emigrantes portugueses, vive em Portugal desde 1982 residindo actualmente na margem sul do Tejo com a sua esposa. Músico e compositor utilizou sempre a sua criatividade como inspiração, dedicando-se à escrita desde criança. “O viajante” marca a sua estreia.
Se puder, apareça!
Se puder, divulgue, s.f.f.
Saiba mais em:
http://www.temas-originais.pt/
Muito Obrigado
terça-feira, maio 25, 2010
Missiva sem Tempo
Querida,
Escrevo-te esta missiva porque essa é a única forma que tenho para afagar as saudades. Sinto-te a ausência, dos caminhos e das divagações que, juntos, construíamos em silêncios sentidos e consentidos, para, depois, gerarmos corpos de solidão que buscavam vida até a exaustão, e que sem os seus consentimentos, deitávamos ao mundo das leituras. Gostávamos de lhe chamar destreza, ambos convencidos que essa era a nossa realidade.
Tenho saudades de ti! É verdade e de nada adianta ignorar, esconder ou fingir que não acontece, porque, em cada dia que desvanece, essa saudade cresce em mim.
Creio que já nem sei criar esses corpos de diversão, aglutinados pela solidão, que o tempo conseguiu parar. Perdi as sensações do prazer desmedido que essas criações ou corpos davam. E perdê-los é perder o tempo. É ficar amarrado ao passado e, por sequência, à memória.
Hoje, numa ânsia tresloucada, sem aviso, regressei, por momentos, ao passado, e criei este corpo ermo, não em busca de vida, mas para atenuar a sensação que referi.
Não te preocupes, que não terei muitas mais falhas como a de hoje, porque saberei resfriar os ímpetos como quem domina o inferno e nada teme.
Mas antes, antes de partir em definitivo, quero que saibas, quero que esse mundo das leituras também sinta que tudo que fiz foi por amor, com dedicação e muita alegria. Que inventei espaços, cenários e gigantescas emoções, mas sempre como uma personagem inserida naquela realidade dissimulada que acontecia perante o olhar de quem a queria viver.
Talvez um dia nos encontremos por ai, entre palavras por dizer ou frases por sentir, e brindemos aos bons velhos tempos.
Querida Escrita quero que saibas que foste, e serás sempre, o meu grande amor!
Para memória futura, 25 de Maio de 2010
Paulo Afonso Ramos
Escrevo-te esta missiva porque essa é a única forma que tenho para afagar as saudades. Sinto-te a ausência, dos caminhos e das divagações que, juntos, construíamos em silêncios sentidos e consentidos, para, depois, gerarmos corpos de solidão que buscavam vida até a exaustão, e que sem os seus consentimentos, deitávamos ao mundo das leituras. Gostávamos de lhe chamar destreza, ambos convencidos que essa era a nossa realidade.
Tenho saudades de ti! É verdade e de nada adianta ignorar, esconder ou fingir que não acontece, porque, em cada dia que desvanece, essa saudade cresce em mim.
Creio que já nem sei criar esses corpos de diversão, aglutinados pela solidão, que o tempo conseguiu parar. Perdi as sensações do prazer desmedido que essas criações ou corpos davam. E perdê-los é perder o tempo. É ficar amarrado ao passado e, por sequência, à memória.
Hoje, numa ânsia tresloucada, sem aviso, regressei, por momentos, ao passado, e criei este corpo ermo, não em busca de vida, mas para atenuar a sensação que referi.
Não te preocupes, que não terei muitas mais falhas como a de hoje, porque saberei resfriar os ímpetos como quem domina o inferno e nada teme.
Mas antes, antes de partir em definitivo, quero que saibas, quero que esse mundo das leituras também sinta que tudo que fiz foi por amor, com dedicação e muita alegria. Que inventei espaços, cenários e gigantescas emoções, mas sempre como uma personagem inserida naquela realidade dissimulada que acontecia perante o olhar de quem a queria viver.
Talvez um dia nos encontremos por ai, entre palavras por dizer ou frases por sentir, e brindemos aos bons velhos tempos.
Querida Escrita quero que saibas que foste, e serás sempre, o meu grande amor!
Para memória futura, 25 de Maio de 2010
Paulo Afonso Ramos
terça-feira, maio 18, 2010
Apresentação do livro de Poesia “Pedaços D´Alma” de Sandra Nóbrega (Fly)

A autora, Sandra Nóbrega (Fly), e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Pedaços D´Alma” a ter lugar na Escola Básica 2,3 dos Olivais, sita na Rua Cidade de Bolama, em Olivais Sul, no próximo dia 21 de Maio, pelas 15:00.
Obra e autora serão apresentados pelo escritor Paulo Afonso Ramos
Sinopse: “Pedaços D’Alma” é uma obra que nos desvenda uma ligação entre o eu e o outro, entre um mundo intimista e a ligação com quem nos rodeia.
Se puder, apareça!
Se puder, divulgue, s.f.f.
Saiba mais em:
http://www.temas-originais.pt/
Muito Obrigado
domingo, maio 16, 2010
Tarde maravilhosa de Poesia
Ontem tive uma tarde maravilhosa de excelente poesia.
Primeiro com a apresentação Luís Ferreira e o seu mais recente livro “Momentos…”
O Luís tem feito um trabalho fantástico de divulgação deste seu livro e Lisboa recebeu-o de braços abertos nesta sua 7.ª apresentação do “Momentos…”
Parabéns Luís Ferreira!

Depois surgiu o lançamento do livro de poesia “Área Afectada” de Fernando Esteves Pinto
Que tarde em cheio de grande poesia e rodeado por bons poetas que fizeram questão de marcar presença.
Como foi o lançamento deste livro deixo-vos a Sinopse:
"Área Afectada" é um livro onde o ofício poético é como que dissecado, numa procura constante pela imagem que a própria linguagem em si possui.

Muito obrigado aos que com a sua presença deram cor e vida à poesia.
Beijos e abraços
Primeiro com a apresentação Luís Ferreira e o seu mais recente livro “Momentos…”
O Luís tem feito um trabalho fantástico de divulgação deste seu livro e Lisboa recebeu-o de braços abertos nesta sua 7.ª apresentação do “Momentos…”
Parabéns Luís Ferreira!

Depois surgiu o lançamento do livro de poesia “Área Afectada” de Fernando Esteves Pinto
Que tarde em cheio de grande poesia e rodeado por bons poetas que fizeram questão de marcar presença.
Como foi o lançamento deste livro deixo-vos a Sinopse:
"Área Afectada" é um livro onde o ofício poético é como que dissecado, numa procura constante pela imagem que a própria linguagem em si possui.

Muito obrigado aos que com a sua presença deram cor e vida à poesia.
Beijos e abraços
quarta-feira, maio 12, 2010
"O Último Beijo" de Manuela Fonseca
Hoje foi assim:
A autora Manuela Fonseca, esteve presente na sessão de apresentação do livro “O Ultimo Beijo” na Comicios & Bebicios, na Praceta José Régio, Lote 14-A - Loja 6, junto à farmácia, na Bobadela.
Obra e autora foram apresentados (e muito bem) pela escritora Mel de Carvalho
O Último Beijo
(Romance)
Sinopse: Entre os registos poético e epistolográfico, uma história que nos cativa e que tem como centro o valor da amizade.
Foi uma tarde linda!
Obrigado aos presentes
terça-feira, maio 04, 2010
Pensamento do dia:
Quando todos passam a vida à procura da felicidade, eu limito-me a viver cada instante em partilha com o sorriso, a alegria de estar e o desejo de acreditar! E isso basta-me.
domingo, maio 02, 2010
Futebol
Como seria bom que a violência não fosse associada ao futebol!
Seria de uma elevação moral e um sinal de uma sociedade inteligente.
Seria de uma elevação moral e um sinal de uma sociedade inteligente.
domingo, abril 25, 2010
ASAS de: E. Montepuez
14. ASAS
Esta noite sonhei ser escritor. E no meu sonho eu era o centro de todas as atenções. Escrevi um único livro que falava de pessoas e dos seus laços que as ligam à terra. Nesse livro, recheado de sensações, alguns dos personagens eram inspirados da vida real, outros da vida virtual e sobravam páginas para colocar alguns amigos da minha vida do imaginário.
O livro tinha o título, pequeno, de ASAS. Pequeno por serem quatro letras apenas. Mas, na verdade do meu sonho, este título, para mim, era enorme.
Com ele consegui voar. Regressei à minha primeira escola, onde aprendi a escrever, para junto dos meus amigos de infância e alguns familiares pudesse falar do meu sonho da escrita. Senti Amor nos rostos dos presentes, vi a Saudade estampada nos olhares e as lágrimas que se perderam eram de uma Alegria incontida numa mensagem sem palavras mas singela de que, os Sonhos devem ser tentados até serem realizados. E esse era o segredo do meu livro: ASAS para voar, eram feitas de Amor, Saudade, Alegria e Sonhos.
As palavras, neste livro de sonhos, transmitiam fielmente as sensações que sempre senti, aqui e ali, e que agora se realizam, através do livro, no meu mundo de sonhos. Este era o meu único e majestoso desejo: ser escritor.
Ser o escritor que com as palavras juntava as pessoas. Que fazia renascer esperanças, que as envolvia em projectos conjuntos por um mundo melhor para todos.
Quando o dia raiou, despedi-me do sonho com a certeza de voltar a encontrá-lo, com a esperança de voltar a reinventá-lo, e sorri para mais um domingo.
Hoje, durante todo o domingo, vou viver os resquícios deste sonho, aqui e ali, para alimentar a esperança que sobrevive dentro de mim.
Que o amanhã me traga a realidade deste sonho!
De: E. Montepuez
Retirado em: http://montepuez.blogs.sapo.pt/
Esta noite sonhei ser escritor. E no meu sonho eu era o centro de todas as atenções. Escrevi um único livro que falava de pessoas e dos seus laços que as ligam à terra. Nesse livro, recheado de sensações, alguns dos personagens eram inspirados da vida real, outros da vida virtual e sobravam páginas para colocar alguns amigos da minha vida do imaginário.
O livro tinha o título, pequeno, de ASAS. Pequeno por serem quatro letras apenas. Mas, na verdade do meu sonho, este título, para mim, era enorme.
Com ele consegui voar. Regressei à minha primeira escola, onde aprendi a escrever, para junto dos meus amigos de infância e alguns familiares pudesse falar do meu sonho da escrita. Senti Amor nos rostos dos presentes, vi a Saudade estampada nos olhares e as lágrimas que se perderam eram de uma Alegria incontida numa mensagem sem palavras mas singela de que, os Sonhos devem ser tentados até serem realizados. E esse era o segredo do meu livro: ASAS para voar, eram feitas de Amor, Saudade, Alegria e Sonhos.
As palavras, neste livro de sonhos, transmitiam fielmente as sensações que sempre senti, aqui e ali, e que agora se realizam, através do livro, no meu mundo de sonhos. Este era o meu único e majestoso desejo: ser escritor.
Ser o escritor que com as palavras juntava as pessoas. Que fazia renascer esperanças, que as envolvia em projectos conjuntos por um mundo melhor para todos.
Quando o dia raiou, despedi-me do sonho com a certeza de voltar a encontrá-lo, com a esperança de voltar a reinventá-lo, e sorri para mais um domingo.
Hoje, durante todo o domingo, vou viver os resquícios deste sonho, aqui e ali, para alimentar a esperança que sobrevive dentro de mim.
Que o amanhã me traga a realidade deste sonho!
De: E. Montepuez
Retirado em: http://montepuez.blogs.sapo.pt/
domingo, abril 18, 2010
Apresentação do Romance: O Último Beijo de Manuela Fonseca

O Último Beijo
(Romance)
Sinopse: Entre os registos poético e epistolográfico, uma história que nos cativa e que tem como centro o valor da amizade.
Apresentação do Romance: O Último Beijo de Manuela Fonseca
Lisboa, 17 de Abril de 2010
Por: Paulo Afonso Ramos
Introdução:
Peço-vos que não considerem as minhas palavras como uma apresentação, mas antes como um olhar sobre a obra que a Autora Manuela Fonseca nos escreveu.
Os livros devem ser sentidos, tocados, e de todas as minhas palavras que possam aqui ser reveladas, nunca vos chegarão tão bem como esse ritual. Nunca as palavras serão melhores do que a relação de cada leitor com o seu livro, enquanto o agarra e o desfolha, para o poder saborear enquanto o lê. Nunca! Mas tentarei o meu melhor. Tentarei decifrar, ao meu modo, essa relação entre um livro e o leitor que é tão intimista. Foi assim que o senti. E é disso que venho falar-vos. Do meu olhar de emoções sentidas!
Capa – Não podia deixar de referir a capa, melhor, a imagem de capa – primeiro por ser uma escolha feliz que resulta perfeitamente, das mais bonitas que vi, e que está muito bem enquadrada com o teor do livro, depois por ser uma escolha da autora e por último, por ser um quadro do Leon Girardet – pintor e poeta francês do Século XIX que viveu de 1857 a 1895.
Trilogia – A minha linha de apreciação / As razões pela minha opção deste caminho em tributar:
Este romance, um rico e elegante tributo à amizade, está muito bem organizado e tem uma particular incidência nas várias trilogias que acontecem. Vejamos as que considero como as primeiras três partes:
• A narrativa
• A Poesia
• E a epistolografia
A narrativa, quanto a mim muito bem conseguida, é-nos apresentada cheia de imagens e muito envolvente. De leitura acessível tem uma forma estranhamente familiar que nos agarra desde o primeiro momento. Creio que a Manuela Fonseca soube encontrar o ponto certo, ou a linha condutora, que produzisse, da melhor maneira, estes efeitos.
A poesia, qualidade de Beatriz, a personagem principal, aparece nos momentos genuínos, algumas vezes para atenuar alguma tensão que a leitura provoca, porque este romance transmite uma realidade tão credível que, quase sem darmos por isso, estamos a viver a história intensamente.
E a epistolografia, a criação de missivas, ou a composição poética em forma de carta, que nos transmite o outro olhar, entre Beatriz e Inês, de uma forma segura e quase só possível neste registo.
Curioso é ver a excelente interligação entre as três partes, que, e muito bem, formam um todo.
Sobre este romance – “O Último Beijo” – gostaria de contar pouco, somente o imprescindível para despertar o vosso desejo de ler esta belíssima história. Que recomendo vivamente!
E como disse atrás, venho falar-vos do que senti: No início pareceu-me uma história forte de amizade entre duas mulheres/personagens, que, por causa da vida infeliz de uma delas, se desenrolam em cenários sucessivos.
Depois encontrei uma primeira trilogia, quase como na Divina Comédia de Dante, dividida nas partes: Inferno representado num casamento falhado – Purgatório lugar onde se purificam as almas, potencializado na relação de amizade dessas duas mulheres, Beatriz e Inês, e – Paraíso lugar de delícias onde Afonso vem dar luz/esperança à vida de Beatriz.
E recordo que, no global, já tinha referido a trilogia no sentido da: Narrativa/Poesia e a Epistolografia. Numa outra vertente ficou implícito; Casamento/Divórcio e Amizade, que, mais tarde, daria uma oportunidade a uma outra forma especial da amizade – o Amor.
Mas o romance não fica por aqui! Só isto, embora não fosse pouco, seria insuficiente.
Até porque, chegado a este momento ainda não tinha entendido a razão do título – “O Último Beijo” – e o que se seguia, mexia com os meus sentimentos.
Aquelas sensações que sentia descritas no livro já eram minhas também, as lágrimas, não se prendiam mais. Entrar no capítulo V do livro “O Último Beijo” veio desmoronar aquela protecção que conseguia manter até ali.
Creio que a ternura desta escrita não deixa ninguém indiferente. Quando lerem este livro vão poder certificar o que vos digo. Sente-se a verdade das palavras, sentem-se os gestos e os desejos, para lá das imagens que o livro projecta.
O livro ainda nos traz ligações acentuadas à vida com constantes registos das músicas, dos livros e dos lugares da nossa terra.
Podemos, mais uma vez, nesta trilogia, verificar alguns exemplos:
Na música com as canções: “Pedra Filosofal” cantada por Manuel Freire (Algo Inatingível, Cap. II ), “Restolho” de Mafalda Veiga (Tempos de Mudança, Cap. IV) e “Fascinação” de Elis Regina (Notas Íntimas, Cap. VII).
Os livros: “As Esquinas do Tempo” de Rosa Lobato Faria (Traços da Vida, Cap. VI), “Até Que O Amor Me Encontre” de Charles Martin (Notas Íntimas, Cap. VII) e “Não Me Olhes Nos Olhos” de Tina Grube (Notas Íntimas, Cap. VII).
E dos lugares: Lisboa – (Rodelas do Tempo, Cap. III) quando a Autora faz um enquadramento da personagem principal, Londres – (Mencionado por 6 (seis) vezes, é talvez a cidade mais importante na vida Inês) e Ericeira – (Notas Íntimas, Cap. VII e Cap. final) que é a consagração emblemática de Beatriz e Afonso.
E, para não ser maçador, vou terminar os exemplos desta minha acentuada opção das trilogias, num último molde: As menções de frases ou ideias de vários nomes da literatura!
Fernando Pessoa – Poeta e escritor português, digo eu, o melhor de todos.
Paulo Coelho – Escritor, filósofo e letrista brasileiro, muito actual.
Sofia de Melo Breyner – Poetisa portuguesa das mais importantes do século XX.
O que me parece óbvio, é o facto de que, ilustrado com tamanhas referências, este objecto, enquanto livro, terá que merecer a nossa atenção.
Não quero nem devo divulgar mais! Leiam o livro por favor.
Notas finais:
Mesmo a terminar, gostaria de reforçar a ideia de sentir uma obra feliz, intimista e que teve, com certeza, o seu tempo de amadurecimento. Para que, agora, nós os Leitores, possamos ter o contentamento de a colher como uma fruta madura e muito, muito apetecida.
Explicar-vos ainda que o prazer que me deu ler e fazer esta apresentação ou olhar de emoções sentidas, não tem palavras que o definam. Foi um contentamento constante, e por tudo isso, – “O Último Beijo” – até ao próximo, vai inteirinho para ti! Obrigado Manuela Fonseca, pelo convite que me fizeste para falar do teu menino, agora recém-nascido e os meus sinceros parabéns pelo que nos dás – um ímpar e valioso – captar dos sentidos.
Muito obrigado a todos por me ouvirem.
terça-feira, abril 13, 2010
Lançamento do Romance - "O Último Beijo" de Manuela Fonseca
Nunca poderia recusar o convite que a Autora me fez para apresentar este romance "O Último Beijo" de Manuela Fonseca.
Se puderem apareçam!
Em Lisboa: 17 de Abril, pelas 19:00

Lançamento do Romance “O Último Beijo” de Manuela Fonseca
A autora, Manuela Fonseca, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “O Último Beijo” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 17 de Abril, pelas 19:00.
Obra e autora serão apresentados pelo escritor Paulo Afonso Ramos.
O Último Beijo
(Romance)
Sinopse: Entre os registos poético e epistolográfico, uma história que nos cativa e que tem como centro o valor da amizade.
Sobre a Autora: Manuela Fonseca
Maria Manuela Félix da Fonseca dos Santos Amaral nasceu a 6 de Março de 1956, em Moscavide. Andou na escola até à frequência do 9º ano, que nunca chegou a terminar, pelas vicissitudes da vida. Começou a despontar para a escrita na adolescência. Mais tarde, em 1986, redigiu o seu 1º poema: "O Meu Alento". Paralelamente, escreveu Histórias Infantis e alguns Textos Humorísticos. De 1988 a 1990, muitos dos seus trabalhos (poesia, prosa e outros textos) foram publicados nos jornais "Correio da Manhã" e "Diário de Notícias". Em 1991, num concurso realizado pela Rádio Comercial, num programa da Filomena Crespo, ganhou o 1º prémio com o texto "2012 – Ano do Tédio ". Foi animadora de uma rádio local, decorria o ano 1992, em dois programas: um de informação e outro virado para a poesia e música portuguesa. Fez um curso livre de Literatura Portuguesa, durante três meses, no ano 1993. Participou em Jogos Florais “Literatura Oral e Conto”, integrados no programa Leitura & Cultura da Fundação Calouste Gulbenkian, onde obteve um diploma de participação. Em Novembro de 2006, realizou um evento cultural de Música, Poesia e Dança, ao qual deu o nome - “No Limiar das Palavras” – uma das suas poesias. Em 13 de Junho de 2007, teve conhecimento do site “Luso Poemas” pela mão da amiga e poetisa Conceição Bernardino. Actualmente, escreve no seu blogue: http://ensaios-poéticos.blogspot.com. E em Setembro de 2007, publicou o seu primeiro e único livro de poesia: “No Limiar das Palavras”.
“Brinco com as letras, nos momentos em que saio de mim, e, volto um pouco mais tarde, para te mostrar onde fui. Depois, sento-me na poltrona do Tempo e, cheia de paciência, ponho-me a olhar... “
Se puderem apareçam!
Em Lisboa: 17 de Abril, pelas 19:00

Lançamento do Romance “O Último Beijo” de Manuela Fonseca
A autora, Manuela Fonseca, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “O Último Beijo” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 17 de Abril, pelas 19:00.
Obra e autora serão apresentados pelo escritor Paulo Afonso Ramos.
O Último Beijo
(Romance)
Sinopse: Entre os registos poético e epistolográfico, uma história que nos cativa e que tem como centro o valor da amizade.
Sobre a Autora: Manuela Fonseca
Maria Manuela Félix da Fonseca dos Santos Amaral nasceu a 6 de Março de 1956, em Moscavide. Andou na escola até à frequência do 9º ano, que nunca chegou a terminar, pelas vicissitudes da vida. Começou a despontar para a escrita na adolescência. Mais tarde, em 1986, redigiu o seu 1º poema: "O Meu Alento". Paralelamente, escreveu Histórias Infantis e alguns Textos Humorísticos. De 1988 a 1990, muitos dos seus trabalhos (poesia, prosa e outros textos) foram publicados nos jornais "Correio da Manhã" e "Diário de Notícias". Em 1991, num concurso realizado pela Rádio Comercial, num programa da Filomena Crespo, ganhou o 1º prémio com o texto "2012 – Ano do Tédio ". Foi animadora de uma rádio local, decorria o ano 1992, em dois programas: um de informação e outro virado para a poesia e música portuguesa. Fez um curso livre de Literatura Portuguesa, durante três meses, no ano 1993. Participou em Jogos Florais “Literatura Oral e Conto”, integrados no programa Leitura & Cultura da Fundação Calouste Gulbenkian, onde obteve um diploma de participação. Em Novembro de 2006, realizou um evento cultural de Música, Poesia e Dança, ao qual deu o nome - “No Limiar das Palavras” – uma das suas poesias. Em 13 de Junho de 2007, teve conhecimento do site “Luso Poemas” pela mão da amiga e poetisa Conceição Bernardino. Actualmente, escreve no seu blogue: http://ensaios-poéticos.blogspot.com. E em Setembro de 2007, publicou o seu primeiro e único livro de poesia: “No Limiar das Palavras”.
“Brinco com as letras, nos momentos em que saio de mim, e, volto um pouco mais tarde, para te mostrar onde fui. Depois, sento-me na poltrona do Tempo e, cheia de paciência, ponho-me a olhar... “
domingo, abril 11, 2010
Eventos da Temas Originais para este fim-de-semana
Estimado/a Leitor/a,
Em Lisboa: 17 de Abril, pelas 15:00

Apresentação do livro de Poesia de Hugo Costeira
O autor, Hugo Costeira, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Manual da Ilusão” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 17 de Abril, pelas 15:00.
Obra e autor serão apresentados por Maria Anadon.
Manual da Ilusão
(Poesia)
Sinopse: "uma compilação de vários textos de ensaio e prosa poética sobre variados temas, desde a felicidade à desilusão, passando pelo amor e pela solidão, caminhando pela vida e pelos vários momentos que vão marcando um percurso ainda não acabado" (da Introdução)
No Porto: 17 de Abril, pelas 16:00

Lançamento do livro de Poesia “Cardio.grafia” de Vera L. T. Santos
A autora, Vera L. T. Santos, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Cardio.grafia” a ter lugar no Ateneu Comercial do Porto, sito na Rua Passos Manuel, 44, Porto, no próximo dia 17 de Abril, pelas 16:00.
Obra e autor serão apresentados pelo poeta Hugo Milhanas Machado.
Cardio.grafia
(Poesia)
Sinopse: "um livro de paixão por um tu, a que o corpo (tópico que aparece constantemente, como tal ou metonimicamente, através das mãos, da boca, do rosto, dos seios, do peito, dos olhos, do ventre, etc.) se entrega totalmente." (do prefácio, Vítor Oliveira Jorge)
Sobre a Autora: Vera L. T. Santos
Vera L. T. Santos (n. 20 de Abril 1982, Porto). Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (variante de Estudos Portugueses – Ingleses) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo a par desta uma Especialização em Gestão e Organização da Formação realizada na Universidade Católica do Porto. Participou, na qualidade de colaboradora eventual, nas revistas Callema, Minguante e na folha de poesia Músculo. Reside, actualmente, na Irlanda.
Em Lisboa: 17 de Abril, pelas 19:00

Lançamento do Romance “O Último Beijo” de Manuela Fonseca
A autora, Manuela Fonseca, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “O Último Beijo” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 17 de Abril, pelas 19:00.
Obra e autora serão apresentados pelo escritor Paulo Afonso Ramos.
O Último Beijo
(Romance)
Sinopse: Entre os registos poético e epistolográfico, uma história que nos cativa e que tem como centro o valor da amizade.
Sobre a Autora: Manuela Fonseca
Maria Manuela Félix da Fonseca dos Santos Amaral nasceu a 6 de Março de 1956, em Moscavide. Andou na escola até à frequência do 9º ano, que nunca chegou a terminar, pelas vicissitudes da vida. Começou a despontar para a escrita na adolescência. Mais tarde, em 1986, redigiu o seu 1º poema: "O Meu Alento". Paralelamente, escreveu Histórias Infantis e alguns Textos Humorísticos. De 1988 a 1990, muitos dos seus trabalhos (poesia, prosa e outros textos) foram publicados nos jornais "Correio da Manhã" e "Diário de Notícias". Em 1991, num concurso realizado pela Rádio Comercial, num programa da Filomena Crespo, ganhou o 1º prémio com o texto "2012 – Ano do Tédio ". Foi animadora de uma rádio local, decorria o ano 1992, em dois programas: um de informação e outro virado para a poesia e música portuguesa. Fez um curso livre de Literatura Portuguesa, durante três meses, no ano 1993. Participou em Jogos Florais “Literatura Oral e Conto”, integrados no programa Leitura & Cultura da Fundação Calouste Gulbenkian, onde obteve um diploma de participação. Em Novembro de 2006, realizou um evento cultural de Música, Poesia e Dança, ao qual deu o nome - “No Limiar das Palavras” – uma das suas poesias. Em 13 de Junho de 2007, teve conhecimento do site “Luso Poemas” pela mão da amiga e poetisa Conceição Bernardino. Actualmente, escreve no seu blogue: http://ensaios-poéticos.blogspot.com. E em Setembro de 2007, publicou o seu primeiro e único livro de poesia: “No Limiar das Palavras”.
“Brinco com as letras, nos momentos em que saio de mim, e, volto um pouco mais tarde, para te mostrar onde fui. Depois, sento-me na poltrona do Tempo e, cheia de paciência, ponho-me a olhar... “
Em Lisboa: 17 de Abril, pelas 15:00

Apresentação do livro de Poesia de Hugo Costeira
O autor, Hugo Costeira, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Manual da Ilusão” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 17 de Abril, pelas 15:00.
Obra e autor serão apresentados por Maria Anadon.
Manual da Ilusão
(Poesia)
Sinopse: "uma compilação de vários textos de ensaio e prosa poética sobre variados temas, desde a felicidade à desilusão, passando pelo amor e pela solidão, caminhando pela vida e pelos vários momentos que vão marcando um percurso ainda não acabado" (da Introdução)
No Porto: 17 de Abril, pelas 16:00

Lançamento do livro de Poesia “Cardio.grafia” de Vera L. T. Santos
A autora, Vera L. T. Santos, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Cardio.grafia” a ter lugar no Ateneu Comercial do Porto, sito na Rua Passos Manuel, 44, Porto, no próximo dia 17 de Abril, pelas 16:00.
Obra e autor serão apresentados pelo poeta Hugo Milhanas Machado.
Cardio.grafia
(Poesia)
Sinopse: "um livro de paixão por um tu, a que o corpo (tópico que aparece constantemente, como tal ou metonimicamente, através das mãos, da boca, do rosto, dos seios, do peito, dos olhos, do ventre, etc.) se entrega totalmente." (do prefácio, Vítor Oliveira Jorge)
Sobre a Autora: Vera L. T. Santos
Vera L. T. Santos (n. 20 de Abril 1982, Porto). Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (variante de Estudos Portugueses – Ingleses) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, tendo a par desta uma Especialização em Gestão e Organização da Formação realizada na Universidade Católica do Porto. Participou, na qualidade de colaboradora eventual, nas revistas Callema, Minguante e na folha de poesia Músculo. Reside, actualmente, na Irlanda.
Em Lisboa: 17 de Abril, pelas 19:00

Lançamento do Romance “O Último Beijo” de Manuela Fonseca
A autora, Manuela Fonseca, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “O Último Beijo” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 17 de Abril, pelas 19:00.
Obra e autora serão apresentados pelo escritor Paulo Afonso Ramos.
O Último Beijo
(Romance)
Sinopse: Entre os registos poético e epistolográfico, uma história que nos cativa e que tem como centro o valor da amizade.
Sobre a Autora: Manuela Fonseca
Maria Manuela Félix da Fonseca dos Santos Amaral nasceu a 6 de Março de 1956, em Moscavide. Andou na escola até à frequência do 9º ano, que nunca chegou a terminar, pelas vicissitudes da vida. Começou a despontar para a escrita na adolescência. Mais tarde, em 1986, redigiu o seu 1º poema: "O Meu Alento". Paralelamente, escreveu Histórias Infantis e alguns Textos Humorísticos. De 1988 a 1990, muitos dos seus trabalhos (poesia, prosa e outros textos) foram publicados nos jornais "Correio da Manhã" e "Diário de Notícias". Em 1991, num concurso realizado pela Rádio Comercial, num programa da Filomena Crespo, ganhou o 1º prémio com o texto "2012 – Ano do Tédio ". Foi animadora de uma rádio local, decorria o ano 1992, em dois programas: um de informação e outro virado para a poesia e música portuguesa. Fez um curso livre de Literatura Portuguesa, durante três meses, no ano 1993. Participou em Jogos Florais “Literatura Oral e Conto”, integrados no programa Leitura & Cultura da Fundação Calouste Gulbenkian, onde obteve um diploma de participação. Em Novembro de 2006, realizou um evento cultural de Música, Poesia e Dança, ao qual deu o nome - “No Limiar das Palavras” – uma das suas poesias. Em 13 de Junho de 2007, teve conhecimento do site “Luso Poemas” pela mão da amiga e poetisa Conceição Bernardino. Actualmente, escreve no seu blogue: http://ensaios-poéticos.blogspot.com. E em Setembro de 2007, publicou o seu primeiro e único livro de poesia: “No Limiar das Palavras”.
“Brinco com as letras, nos momentos em que saio de mim, e, volto um pouco mais tarde, para te mostrar onde fui. Depois, sento-me na poltrona do Tempo e, cheia de paciência, ponho-me a olhar... “
terça-feira, abril 06, 2010
Mensagem
Exíguos laços da criação esconderam-se no medo. Outros laços, dilacerados, fugiram no enredo e a escrita ficou perdida.
Tarde, muito tarde, percebi que a escrita era parte de mim e que o corpo vagueava combalido. A noção obrigou a razão, primeira-dama das planícies, a fazer as malas para viajar para um lugar de restauração.
Entre mim e a escrita há-de sobrar um mensageiro, subtil e guerreiro, que cumprirá o seu dever – anunciar uma nova mensagem!
Obrigado a todos por passarem por aqui.
Tarde, muito tarde, percebi que a escrita era parte de mim e que o corpo vagueava combalido. A noção obrigou a razão, primeira-dama das planícies, a fazer as malas para viajar para um lugar de restauração.
Entre mim e a escrita há-de sobrar um mensageiro, subtil e guerreiro, que cumprirá o seu dever – anunciar uma nova mensagem!
Obrigado a todos por passarem por aqui.
domingo, março 28, 2010
Casimiro de Brito Apresenta o Livro de Poesia "Na Via do Mestre"

O autor, Casimiro de Brito, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Na Via do Mestre” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 3 de Abril, pelas 19:00.
Obra e autor serão apresentados pela Prof.ª Doutora Helena Barbas.
Na Via do Mestre
(Poesia)
Sinopse: Como escreveu Xulio Valcárcel (El Ideal Gallego, 09-08-09), “A influência oriental percebe-se em cada um dos textos do grande poeta português. Essência e conceito desenvolvem-se com um estilo reconhecível, sob uma música subtil e constante, que consegue representar o silêncio”
Sobre o Autor: Casimiro de Brito
Poeta, romancista, contista e ensaísta. Nasceu no Algarve, em 1938, onde estudou (depois em Londres) e viveu até 1968. Depois de uns anos na Alemanha passou a viver em Lisboa, em 1971. Teve várias profissões, mas actualmente dedica-se exclusivamente à literatura. Começou a publicar em 1957 (“Poemas da Solidão Imperfeita”) e, desde então, publicou 49 títulos. Dirigiu várias revistas literárias, entre elas “Cadernos do Meio-Dia” (com António Ramos Rosa), os Cadernos “Outubro/ Fevereiro/ Novembro” (com Gastão Cruz) e “Loreto 13” (órgão da Associação Portuguesa de Escritores). Esteve ligado ao movimento “Poesia 61”, um dos mais importantes da poesia portuguesa do século XX. Ganhou vários prémios literários, entre eles o Prémio Internacional Versilia, de Viareggio, para a “Melhor obra completa de poesia”, pela sua “Ode & Ceia” (1985), obra em que reuniu os seus primeiros dez livros de poesia, o prémio Poeteka na Albânia e o Prémio Mário Luzi para o melhor livro de poesia europeu editado em Itália em 2006, com o “Libro delle Cadutte” (Livro das Quedas). Colabora nas mais prestigiadas revistas de poesia e tem obras suas incluídas em mais de 200 antologias, publicadas em vários países. Participou em inúmeros recitais, festivais de poesia, congressos de escritores, conferências, um pouco por todo o mundo. Dirigiu os festivais internacionais de poesia de Lisboa, Porto Santo (Madeira) e Faro. Foi vice-presidente da Associação Portuguesa de Escritores, presidente da Association Européenne pour la Promotion de la Poésie, de Lovaina e é presidente da Assembleia-Geral do P.E.N. Clube Português. Obras suas foram gravadas para a Library of the Congress, de Washington. Foi agraciado pela Academia Brasileira de Filologia, do Rio de Janeiro, com a medalha Oskar Nobiling por serviços distintos no campo da literatura — entre outras distinções e pelo Presidente da República com a Ordem do Infante D. Henrique, em 2008. É conselheiro da Associação Mundial de Haiku, de Tóquio e do Festival Voix Vives de la Méditerrannée. A Académie Mondiale de Poésie, fundada pelo poeta e antigo presidente do Senegal, Leopold Sédar Senghor, atribui-lhe o primeiro Prémio Internacional de Poesia Leopold Sédar Senghor, pela sua carreira. Tem traduzido poesia de várias línguas e foi traduzido para galego, espanhol, catalão, italiano, francês, corso, inglês, flamengo, holandês, sueco, polaco, russio, esloveno, grego, romeno, búlgaro, húngaro, albanês, montenegrino, yiddish, croata, chinês, japonês, onde recentemente foi editado “Através do Ar”, em 4 línguas: português, japonês, francês e inglês. Acaba de publicar a sua quinta antologia, “69 Poemas de Amor” e o longo poema de amor, “Amo Agora”, a 2 vozes, com a cantora de tangos argentina Marina Cedro. Obras de Casimiro de Brito: POESIA: Poemas da Solidão Imperfeita, Faro, Ed. Autor, 1957; Sete Poemas Rebeldes e Carta a Pablo Picasso, Faro, Ed. Autor, 1958; Telegramas, Faro, Ed. Autor, 1959; Canto Adolescente, Plaquette in Poesia 61, Faro, Ed. dos Autores, 1961; Poemas Orientais, Faro, Ed. Autor, 1963; Jardins de Guerra, Lisboa, Portugália, 1966 (Prémio da Imprensa Cultural Portuguesa), 2.ª Edição (revista), Lisboa, Assírio & Alvim, 1974; Vietname, em Nome da Liberdade, Faro, Ed., 1967. Apreendido; Mesa do Amor, Lisboa, Livros Época, 1970; 2.ª edição, seguida de Algarve Lugar Onde, Coimbra, Centelha, 1977; Negação da Morte, Lisboa, Plátano Editora, 1974; Corpo Sitiado, Poesia 1955/1963. Lisboa, Iniciativas Editoriais, 1976; Zen, Zénites, Porto, O Oiro do Dia, 1979. Ilustração de Teresa Salema; Labyrinthus, Lisboa, Moraes Editores, 1981. 2ª. edição, Quase, 2003 (Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores); Regresso à Fonte, Lisboa, 1985; Ode & Ceia, Poesia 1955/1984. Lisboa, Dom Quixote, 1985. (Prémio Versília, de Viareggio, de 1985, para a "Melhor Obra Completa Estrangeira"); Ni Maitre ni Serviteur, Edição bilingue de Nem Senhor nem Servo, com tradução de Robert Massart. Luxembourg, Euroediteur, 1986; Duas Águas, Um Rio, em co-autoria com António Ramos Rosa. Lisboa, Dom Quixote, 1989; 2.ª edição, Quase, 2002; Subitamente o Silêncio, Sintra, Tertúlia, 1991; "Onde o Corpo Acaba", in Onde o mar acaba. Lisboa, Dom Quixote, 1991; Intensidades, Porto, Limiar, 1995; Opus Affettuoso seguido de Última Núpcia, Porto, Limiar, 1997. (Prémio de Poesia do P.E.N. Clube) - Tradução italiana de Emilio Coco, 2003; Pouco de Pouco, Lisboa, Epal/Dom Quixote, 1999; O Amor, a Morte e Outros Vícios, Antologia pessoal. Lisboa, Aríon, 1999; Arenga, em co-autoria com Ildásio Tavares. Lisboa/Salvador, Ed. Além mar, 2000; Na Via do Mestre, Guimarães, Pedra Formosa, 2000; Arte Pobre (Reunião de: Intensidades, Onde o corpo acaba, Opus Affettuoso, Última Núpcia e Ofício de Oleiro), Leiria, Ed. Diferença, 2000; À Sombra de Bashô, renga com Matsuo Bashô, Faro, colecção do grito claro, 2001; Intensità, edição em corso de Intensidades, tradução de Dumenica Verdoni, Aiacciu, Ed. Albiana, 2001; Animal Volátil, em co-autoria com Rosa Alice Branco. Porto, Afrontamento, 2002; Ni Maitre ni Serviteur et Autres Poèmes, tradução de Robert Massart. Amay/Bélgica, Maison de Poésie d’ Amay, 2002; Ingens herre ingens dräng (edição sueca de Nem Senhor Nem Servo), Malmö, Col. “Aura Latina”, 2002. Tradução de Lasse Söderberg; Libro delle Cadute, Antologia a cura de Manuel Simões. Roma, Casta Diva, 2004. Prémio Europeu de Poesia Mario Luzi; Livro das Quedas, Lisboa, Ed. Roma, 2005; Música do Mundo, Antologia organizada por Carlos Nejar e Ildásio Tavares, São Paulo, Col. Escrituras, 2006; Die Liebe, der Tod und andere Laster (O Amor, a Morte e Outros Vícios), Organização de Juana & Tobias Burghardt. Zurich, 2007; El amor, la muerte y otros vicios, Selecção e tradução de Miontserrat Gibert, Bogotá, 2007; Arte de Bem Morrer, Lisboa, Ed. Roma, 2007; Através do Ar, em co-autoria com Ban’ Ya Natsuihi. Em Português, Japonês, Inglês e Francês. Tóquio, 2007; Izabrane pjesme, poemas seleccionados e traduzidos por Tanya Tarbuk, Zagreb, 2008; Zwei Gewaesser, ein Fluss, tradução de Duas Águas, Um Rio (livro com António Ramos Rosa), de Juana e Tobias Burghardt. Baden-Wurttemberg, 2008; 69 Poemas de Amor, Antologia. Faro, 4Águas Editora, 2008; En la Vía del Maestro / Na Via do Mestre, tradução de Montserrat Gibert. Zaragoza, col. Olifante, 2009; Amo agora, em co-autoria com Marina Cedro, Faro, 4Águas Editora, 2009. FICÇÃO: Um Certo País ao Sul, Contos. Lisboa, Seara Nova, 1975; Imitação do Prazer, Romance. Lisboa, Diabril, 1977; 3.ª edição (emendada e com um estudo de Maria Lúcia Lepecki), Lisboa, Dom Quixote, 1991; Nós, Outros, Romance, em colaboração com Teresa Salema. Lisboa, Moraes Editores, 1979. 2.ª edição no Círculo de Leitores, Lisboa, 1980; Pátria Sensível, Romance. Lisboa, Dom Quixote, 1983; Contos da Morte Eufórica, Lisboa, Dom Quixote, 1984. ENSAIO: Prática da Escrita, Lisboa, Editorial Caminho, 1977; Vagabundagem na poesia de António Ramos Rosa, V. N. Famalicão, Quasi Edições, 2001. AFORISMOS: Onde se acumula o Pó?, Lisboa, Black Sun Editores, 1987; Arte da Respiração, Lisboa, Dom Quixote, 1988; Donde se acumula el polvo?, Versão de Amador Palacios. Madrid, colecção "Cuaderna de Poesía portuguesa", 1989; Da Frágil Sabedoria, V. N. Famalicão, Quasi Edições, 2001; Fragmentos de Babel seguido de Arte Poética, Quase, 2007. DIÁRIO: Na Barca do Coração, Diário do Ano 2000. Porto, Campo das Letras, 2001.
Os nossos eventos têm Entrada Livre!
Se puder, apareça!
Se puder, divulgue, s.f.f.
Saiba mais em:
http://www.temas-originais.pt/
Muito Obrigado
quarta-feira, março 24, 2010
“A vida tem cada coisa...” do Jornalista da "A Bola" Mário Nóbrega

O autor, Mário Nóbrega, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “A vida tem cada coisa...” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 27 de Março, pelas 19:00.
Obra e autor serão apresentados pelo jornalista Rogério Azevedo.
A vida tem cada coisa...
(Crónicas)
Sinopse: Aqui encontra-se uma selecção das suas opiniões em A BOLA, publicadas de 2007 a 2009, na rubrica chamada Coisas da Vida, alterada para dar título a este livro porque A vida tem cada coisa...
Mário Nóbrega
Nasceu no dia 16 de Janeiro de 1950, em Lisboa, no bairro de Alcântara, quase paredes-meias com o Estádio da Tapadinha, do Atlético, relvado onde jogou treinado por Joaquim Meirim, António Morais e Carlos Baptista. Excepção feita a uma colaboração no jornal Lisboa Jovem, editado pelo pelouro cultural da Câmara Municipal de Lisboa, na década de 80, a sua carreira fez-se na área do desporto. Começou-a no primeiro mês de 1972, em O Primeiro de Janeiro, continuou-a pelo Jornal de Notícias (duas vezes), O diário, Gazeta dos Desportos (duas vezes), O Jogo (duas vezes), Golo (duas vezes), ingressando nos quadros de A BOLA em Julho de 1993. Teve, ainda, colaboração esporádica no Diário de Lisboa e no Público. Desempenhou funções de redactor principal, editor, subchefe e chefe de redacção. Às vezes parece-lhe que a sua viagem pelo fascinante mundo do jornalismo começou ontem... mas já lá vão 38 anos!
sábado, março 20, 2010
3º Encontro de Poetas do Concelho de V.F. de Xira

20 de Março, às 15.30h
3º Encontro de Poetas do Concelho de Vila Franca de Xira, apresentação e leitura de poesia dos seguintes autores: Cristina Moita, Mel de Carvalho, Sara Rodrigues.
Com a colaboração dos grupos de poetas da Póvoa e Gente Viva de Vila Franca de Xira. O Encontro terminará com a actuação do Grupo Coral “Ares Novos”.
Biblioteca Municipal de Quinta da Piedade.
quinta-feira, março 11, 2010
As viagens à minha latrina
Ao acordar, das viagens da idealidade, o emudecimento do meu corpo deslocava-se para um refúgio sabido. Quase como num ritual, o episódio repetia-se espontaneamente, nesse espaço, em frente ao espelho, onde a cara assumia paulatinamente uma outra entidade. O nariz cobria-se de vermelho como chamariz de olhares e, em conjunto, os lábios vestiam o esboço de uma qualquer casa de campo onde os dentes brancos em permanente assessoria, faziam de cicerones, convidando os interlocutores a entrar. Esses, interlocutores, criações do meu imaginário, faziam, na totalidade, o que lhes imaginava e, sempre tudo, no mais íntimo cenário e em segredo dos loucos tão normais deste novo mundo. Sem explicações, sem comentários ou sem tentativas imberbes de justificar cada passo dado.
Entre uns e outros momentos, cuja fronteira mais que ténue disfarçava a transposição, existia uma nova sensação da realização de um semi-desejo quase construído em alicerces sentidos e apoiados nas entranhas da imensidão.
José, o piaçá de serviço daquele local, entrava em labor para pôr um fim a cada episódio.
Alto e esguio, mas com mãos de aço, expurgava os últimos resquícios que, incomodamente, deixavam-se ficar para trás. Era preciso deixar aquela sala de eventos lunáticos em perfeitas condições para outras aventuras. Sabíamos que havia sempre uma próxima vez.
Das viagens à minha latrina, construída entre murmúrios e loucas aventuras, sobravam os intensos prazeres que, do mais pretensioso ao mais servil, nenhum ser jamais desprezaria.
Um dia plantarei um rosal para enfeitar os desvios de Neptuno e ambientar o oxigénio ofendido que, em segredo, ainda foge e se aloja em outras latrinas que uns tanto gostam de chamar de cérebro, embora nem os seus proprietários saibam dessas viagens empestadas de súcias desavindas de outras paragens.
Amanhã outra viagem acontecerá na minha latrina.
Entre uns e outros momentos, cuja fronteira mais que ténue disfarçava a transposição, existia uma nova sensação da realização de um semi-desejo quase construído em alicerces sentidos e apoiados nas entranhas da imensidão.
José, o piaçá de serviço daquele local, entrava em labor para pôr um fim a cada episódio.
Alto e esguio, mas com mãos de aço, expurgava os últimos resquícios que, incomodamente, deixavam-se ficar para trás. Era preciso deixar aquela sala de eventos lunáticos em perfeitas condições para outras aventuras. Sabíamos que havia sempre uma próxima vez.
Das viagens à minha latrina, construída entre murmúrios e loucas aventuras, sobravam os intensos prazeres que, do mais pretensioso ao mais servil, nenhum ser jamais desprezaria.
Um dia plantarei um rosal para enfeitar os desvios de Neptuno e ambientar o oxigénio ofendido que, em segredo, ainda foge e se aloja em outras latrinas que uns tanto gostam de chamar de cérebro, embora nem os seus proprietários saibam dessas viagens empestadas de súcias desavindas de outras paragens.
Amanhã outra viagem acontecerá na minha latrina.
terça-feira, março 02, 2010
Texto de Apresentação - "Entre as margens da memória" - por Mário Nóbrega

«Boa tarde, já sendo noite. Obrigado pela vossa presença.
Confesso-vos que fiquei surpreendido, mas também honrado, com este convite do Paulo para fazer a apresentação do seu livro Entre as margens da memória. E, também vos confesso, é a primeira vez que me encontro numa situação destas. E porque assim é, e porque pretendo, em autodefesa, ser breve para não ser grande a margem de erro, em vez do improviso, o escrito, ou não estivéssemos, aqui e agora, a falar de literatura. E também por estarmos a falar de literatura julgo ser importante dizer que o Paulo, que se considera um activista da Literatura, apresenta-nos já um currículo com vasta e diversificada intervenção nesta área cultural.
Mas vamos, então, ao seu quarto livro, o Entre as margens da memória, conjunto de textos que, para citar o autor, «enquanto objecto, será apenas um livro. Um livro de emoções do autor, das personagens que assumiu e, de preferência, dos que o quiserem ler». Li-o. Não temos nas mãos, quanto a mim, um livro de estrutura sintáctica fácil, e também se reveste duma elevada dose de complexidade, porque se trata, fundamentalmente, duma corajosa viagem ao eu. De alguém. De todos. É, por conseguinte, um livro de prosa poética marcadamente intimista. E, porque o é, não pode ser lido, para o sentirmos na sua plenitude, como um romance de entretenimento, no autocarro ou no comboio, numa caminhada em caminho marcado, ou no centro comercial, ou ainda de olho nele e no televisor, exige estar-se só, o que não quer dizer em estado de solidão, para que possa haver reflexão, ou seja, naqueles momentos em que, silêncio desenhado no espaço, conseguimos ouvir as nossas palavras mesmo estando a boca fechada.
Obrigado, Paulo, por esta oportunidade. A palavra, agora, é sua».
Lisboa, 20 de Fevereiro de 2010
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Objectivo – A causa e a razão!
Quando procurares um objectivo, lembra-te de duas coisas importantes:
A Causa e a Razão!
Como conseguir chegar lá e a sua verdadeira importância são colaterais.
O resto é o efeito de um caminho que já tens debaixo dos pés…
A Causa e a Razão!
Como conseguir chegar lá e a sua verdadeira importância são colaterais.
O resto é o efeito de um caminho que já tens debaixo dos pés…
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
“A felicidade exige valentia”
A vida é o maior desafio que podemos ter. É preciso caminha-la, entre atalhos ou estradas, sempre como se fosse a primeira e a última vez. Cada passo exige sempre um pouco mais de nós. E o que julgamos fácil às vezes complica-se, e, noutras vezes, o que nos parece complicadíssimo, também se simplifica quase que por magia. E isto é apenas uma pequena parte da vida.
Depois há a parte do sonho, que vive ao lado da realidade, e que, embora vizinhos são tão distantes quanto o longo caminho que levamos até lá chegar. Uns, poucos, nunca lá chegam porque ficam pelo caminho e outros andam uma vida inteira em direcções trocadas.
O sonho é a voz inconsciente que namora a realidade, e que, por vezes, nos faz desviar da nossa rota.
É preciso, primeiro, viver a realidade para depois, conscientemente, procurarmos essa divindade que se chama felicidade.
Mas é possível chegar lá, à felicidade, desde que se tenha consciência de que a felicidade exige valentia.
Valentia de resistir as adversidades. Valentia de lutar com todas as armas. Valentia de recomeçar tudo de novo quando se falha. E principalmente, a valentia de saber conviver com cada dia em que se fez o caminho para chegar até a felicidade. Nunca se sabe a distância ou tempo que demoramos a chegar lá. Nunca se sabe se lá chegaremos.
Nada é fácil como nada é eterno.
Não acontece só porque queremos que aconteça. É preciso empenho, dedicação e valentia.
A felicidade também é assim - feita à medida de cada um e assente num princípio inequívoco.
A felicidade é uma questão de fé, que mora dentro de cada um e que se multiplica quando lhe conhecemos o rosto. A felicidade é intemporal e mata-nos de prazer, nesta vida de pequenos gestos e de grandes ambições. Por vezes, a felicidade é humilde e mora num beco sem saída, e por isso, recusamos aproximarmo-nos dela só porque ambicionamos uma grandeza desmedida e numa dimensão irreal que não temos consciência nem capacidade.
A felicidade exige valentia, mas antes, exige uma preparação própria para que possas acolhe-la e cuidares dela como se fosse a última coisa que podes fazer pela vida. Que, afinal, pode ser a tua vida!
Depois há a parte do sonho, que vive ao lado da realidade, e que, embora vizinhos são tão distantes quanto o longo caminho que levamos até lá chegar. Uns, poucos, nunca lá chegam porque ficam pelo caminho e outros andam uma vida inteira em direcções trocadas.
O sonho é a voz inconsciente que namora a realidade, e que, por vezes, nos faz desviar da nossa rota.
É preciso, primeiro, viver a realidade para depois, conscientemente, procurarmos essa divindade que se chama felicidade.
Mas é possível chegar lá, à felicidade, desde que se tenha consciência de que a felicidade exige valentia.
Valentia de resistir as adversidades. Valentia de lutar com todas as armas. Valentia de recomeçar tudo de novo quando se falha. E principalmente, a valentia de saber conviver com cada dia em que se fez o caminho para chegar até a felicidade. Nunca se sabe a distância ou tempo que demoramos a chegar lá. Nunca se sabe se lá chegaremos.
Nada é fácil como nada é eterno.
Não acontece só porque queremos que aconteça. É preciso empenho, dedicação e valentia.
A felicidade também é assim - feita à medida de cada um e assente num princípio inequívoco.
A felicidade é uma questão de fé, que mora dentro de cada um e que se multiplica quando lhe conhecemos o rosto. A felicidade é intemporal e mata-nos de prazer, nesta vida de pequenos gestos e de grandes ambições. Por vezes, a felicidade é humilde e mora num beco sem saída, e por isso, recusamos aproximarmo-nos dela só porque ambicionamos uma grandeza desmedida e numa dimensão irreal que não temos consciência nem capacidade.
A felicidade exige valentia, mas antes, exige uma preparação própria para que possas acolhe-la e cuidares dela como se fosse a última coisa que podes fazer pela vida. Que, afinal, pode ser a tua vida!
“Entre as margens da memória”
É uma edição limitada.
Reserve o seu livro por e-mail ou compareça no evento.
Sinopse: Procurando a via, o desenho de cada passo, Paulo Afonso Ramos mesura o tempo e lega-nos o esculpir da memória que entre margens se guarda.
Reserve o seu livro por e-mail ou compareça no evento.
Sinopse: Procurando a via, o desenho de cada passo, Paulo Afonso Ramos mesura o tempo e lega-nos o esculpir da memória que entre margens se guarda.
domingo, fevereiro 14, 2010
"Entre as margens da memória" de Paulo Afonso Ramos

Em Lisboa: Lançamento do livro de prosa poética
O autor, Paulo Afonso Ramos, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Entre as margens da memória” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 20 de Fevereiro, pelas 19:00.
Obra e autor serão apresentados pelo jornalista Mário Nóbrega.
Sobre o Autor:
Paulo Afonso Ramos
Paulo Afonso Ramos reside em Póvoa de Santa Iria e é um activista da Literatura, tendo participado em acções de promoção da leitura em diversas Instituições, sobretudo escolas. É um frequentador assíduo de tertúlias e de outros eventos onde os livros sejam contemplados. Exerceu funções de administrador, conjuntamente com outros escritores, do site Luso-Poemas. Em 2009 está na génese daquele que considera o seu maior projecto literário: a editora Temas Originais. Participou nas seguintes antologias: “Poiesis V” (Editorial Minerva, 2001); “Poiesis VI” (Editorial Minerva, 2001); “Antologia 2008 Luso-Poemas” (Edium editores, 2008); “Quem Acrescenta um Ponto” (Temas Originais, 2009). Foi convidado a prefaciar as obras: “Amar-te em silêncio”, de Vera Sousa Silva (Edium editores, 2009); “A Intermitência dos Sentidos”, de Octávio da Cunha (Temas Originais, 2009); “Canteiros de Esperança”, de Fernanda Esteves (Temas Originais, 2009); autor de um breve preâmbulo em: “Sinais do Silêncio”, de Rosa Maria Anselmo (Papiro editora, 2008); de uma breve nota introdutória em: “Desafios em fusão”, de Anna Ruta/Rui Reis (Temas Originais, 2009); e de um post-scriptum em: “Vida na Internet” de Magda Luna Pais (Temas Originais, 2009). Apresentou “No Princípio era o Sol”, de Mel de Carvalho (Edium editores, 2008); “Antologia 2008 Luso-Poemas” (Edium editores, 2008); “Mergulho no mar da poesia”, de Carla Costeira (Edium editores, 2008); “Contos da Fogueira”, de Sant´Ana (Temas Originais, 2009); “Angústia, Razão e Nada”, de Henrique Pedro (Temas Originais, 2009); e “Entre o Longe e o Distante”, de Vítor Cintra (Temas Originais, 2009). Autonomamente, editou: “Vinte e cinco minutos de fantasia” (Edição do autor, 2006); “Mínimos Instantes” (Edium editores, 2008); “Caminho da vontade” (Temas Originais, 2009). “Entre as margens da memória” é o seu quarto livro.
Entre as margens da memória
(Prosa poética)
Sinopse: Procurando a via, o desenho de cada passo, Paulo Afonso Ramos mesura o tempo e lega-nos o esculpir da memória que entre margens se guarda.
Entrada Livre! Muito Obrigado
Se puder, apareça!
Se puder, divulgue, s.f.f.
Saiba mais em:
http://www.temas-originais.pt/
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
Crónica prevista - A Cultura futebolística
A Cultura futebolística
Ontem, pela noite, guardei o meu tempo para dividi-lo entre o sofá e a televisão. Preparei-me para assistir ao futebol e logo com um derby especial – Sporting vs Benfica.
As expectativas, independentemente da cor clubista, eram as melhores.
Por mim, mais do que querer que o meu clube ganhasse, gostava de assistir a um grande jogo de futebol, com muita emoção e com grande entrega de todos os intervenientes.
Vi o que esperava! Uma grande falta de cultura desportiva. E tudo começou antes do jogo se iniciar. Quando o guarda-redes do clube da casa entrou em campo para o treino específico que antecede os jogos, foi brindado por uma enorme assobiadela dos espectadores no estádio. Se, dos adeptos adversários era esperado, já dos adeptos leoninos não o era de todo. Rui Patrício, quer pela sua juventude, quer pelo que tem dado ao seu clube, não mereceria tal recepção certamente.
Durante o jogo houve uma divisão simpática entre o positivo e o negativo. Se, pela positiva permito-me destacar, a quantidade e a qualidade dos golos – e aqui tenho que distinguir o último da autoria do jogador Cardoso do Benfica – a grande dinâmica do Di Maria (terá sido o melhor jogo que vi fazer em Portugal), também jogador do Benfica e a célere e acertada leitura de jogo do treinador Jorge Jesus, já pela negativa terei que destacar, infelizmente, o lance despropositado de João Pereira, jogador do Sporting, que lhe valeu uma expulsão directa e logo aos seis minutos de jogo, prejudicando toda a sua equipa – e agora de nada adianta dizer que não era sua intenção ou que o jogador até é um bom rapaz, que acredito que seja e que é um grande profissional, do que não duvido. Ainda pela negativa, é de destacar a irresponsabilidade de um jogador experiente como o Tiago, guarda-redes suplente do Sporting, que, ao ser expulso por palavras dirigidas aos árbitros, mostrou um grande sinal que algo vai muito mal no reino do leão. É, de facto, inadmissível que um jogador seja punido e que prejudique o seu clube nestas circunstâncias. Mas a culpa é única e da exclusividade desse jogador. E, por último, a posição pouco confortável do treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, que pouco mais conseguirá fazer para melhorar o que acontece ao clube neste momento.
E, no depois, há ainda mais um dado negativo – as declarações do dirigente do Sporting sobre a arbitragem – porque é tempo de reconhecer que o adversário foi melhor, é tempo de encontrar as causas dos desaires no espaço interno e, por último, é tempo de deixar os árbitros trabalharem em paz. Em suma, é urgente formar uma cultura futebolística com rigor, imparcialidade e, em especial, direccionada para a verdade desportiva, em que terá sempre de acontecer um dos três resultados possíveis – derrota, empate ou vitória – sem desprezo pelo mérito do adversário ou a atacar a parte mais fácil que é a arbitragem. É tempo de mudar se não queremos estádios vazios e um futebol em decadência com uma morte anunciada.
Para a história ficará o resultado expressivo de 1-4, repito, Sporting 1 – Benfica 4, mas mais do que isso, e do que esse resultado provoca nos adeptos de ambos clubes, é preciso repensar esta cultura que se perde nas ruas da amargura, em especial, na hora da derrota.
Por mim, desde da sala da minha casa, entre o sofá e a televisão, no fim do jogo apeteceu-me gritar ao mundo: Parabéns Benfica!
Paulo Afonso Ramos
Sócio n.º 69.283 do Sporting Clube de Portugal
Ontem, pela noite, guardei o meu tempo para dividi-lo entre o sofá e a televisão. Preparei-me para assistir ao futebol e logo com um derby especial – Sporting vs Benfica.
As expectativas, independentemente da cor clubista, eram as melhores.
Por mim, mais do que querer que o meu clube ganhasse, gostava de assistir a um grande jogo de futebol, com muita emoção e com grande entrega de todos os intervenientes.
Vi o que esperava! Uma grande falta de cultura desportiva. E tudo começou antes do jogo se iniciar. Quando o guarda-redes do clube da casa entrou em campo para o treino específico que antecede os jogos, foi brindado por uma enorme assobiadela dos espectadores no estádio. Se, dos adeptos adversários era esperado, já dos adeptos leoninos não o era de todo. Rui Patrício, quer pela sua juventude, quer pelo que tem dado ao seu clube, não mereceria tal recepção certamente.
Durante o jogo houve uma divisão simpática entre o positivo e o negativo. Se, pela positiva permito-me destacar, a quantidade e a qualidade dos golos – e aqui tenho que distinguir o último da autoria do jogador Cardoso do Benfica – a grande dinâmica do Di Maria (terá sido o melhor jogo que vi fazer em Portugal), também jogador do Benfica e a célere e acertada leitura de jogo do treinador Jorge Jesus, já pela negativa terei que destacar, infelizmente, o lance despropositado de João Pereira, jogador do Sporting, que lhe valeu uma expulsão directa e logo aos seis minutos de jogo, prejudicando toda a sua equipa – e agora de nada adianta dizer que não era sua intenção ou que o jogador até é um bom rapaz, que acredito que seja e que é um grande profissional, do que não duvido. Ainda pela negativa, é de destacar a irresponsabilidade de um jogador experiente como o Tiago, guarda-redes suplente do Sporting, que, ao ser expulso por palavras dirigidas aos árbitros, mostrou um grande sinal que algo vai muito mal no reino do leão. É, de facto, inadmissível que um jogador seja punido e que prejudique o seu clube nestas circunstâncias. Mas a culpa é única e da exclusividade desse jogador. E, por último, a posição pouco confortável do treinador do Sporting, Carlos Carvalhal, que pouco mais conseguirá fazer para melhorar o que acontece ao clube neste momento.
E, no depois, há ainda mais um dado negativo – as declarações do dirigente do Sporting sobre a arbitragem – porque é tempo de reconhecer que o adversário foi melhor, é tempo de encontrar as causas dos desaires no espaço interno e, por último, é tempo de deixar os árbitros trabalharem em paz. Em suma, é urgente formar uma cultura futebolística com rigor, imparcialidade e, em especial, direccionada para a verdade desportiva, em que terá sempre de acontecer um dos três resultados possíveis – derrota, empate ou vitória – sem desprezo pelo mérito do adversário ou a atacar a parte mais fácil que é a arbitragem. É tempo de mudar se não queremos estádios vazios e um futebol em decadência com uma morte anunciada.
Para a história ficará o resultado expressivo de 1-4, repito, Sporting 1 – Benfica 4, mas mais do que isso, e do que esse resultado provoca nos adeptos de ambos clubes, é preciso repensar esta cultura que se perde nas ruas da amargura, em especial, na hora da derrota.
Por mim, desde da sala da minha casa, entre o sofá e a televisão, no fim do jogo apeteceu-me gritar ao mundo: Parabéns Benfica!
Paulo Afonso Ramos
Sócio n.º 69.283 do Sporting Clube de Portugal
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Convite para o lançamento do livro “Entre as margens da memória”

Estimado/a Leitor/a,
O autor, Paulo Afonso Ramos, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Entre as margens da memória” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 20 de Fevereiro, pelas 19:00.
Obra e autor serão apresentados pelo jornalista Mário Nóbrega.
Estão todos convidados. Muito Obrigado
Se puder, apareça!
Se puder, divulgue, s.f.f.
Saiba mais em:
http://www.temas-originais.pt/
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
I Aniversário da Temas Originais: Lisboa 6/02/2010

A Temas Originais tem o prazer de o convidar a estar presente na sessão comemorativa do 1.º Aniversário da Temas Originais, a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, Lisboa, no próximo dia 6 de Fevereiro, a partir das 16:00, onde ocorrerá o lançamento da “I Antologia Temas Originais”, referente aos livros editados em 2009.
Uma festa de todos e para os Autores da Temas Originais!
Estão todos convidados. Muito Obrigado
Se puder, apareça!
Se puder, divulgue, s.f.f.
(Entrada Livre)
terça-feira, fevereiro 02, 2010
À conversa com… Nilton

TEMA: Humor
Mesmo com um clássico do futebol português na televisão a “casa” estava bem composta. Na minha humilde opinião, que optei por ir assistir à conversa com o Nilton, a minha opção foi feliz. Gostei do que ouvi, aprendi e confirmei as minhas velhas máximas sobre como deve ser um verdadeiro humorista:
1. Muito inteligente
2. Muito atento
3. E muito trabalhador
Foi uma conversa aberta, com muitas perguntas pelo meio, em que ficamos a conhecer mais umas boas histórias e, principalmente, em que ficamos a saber como se deve fazer bom humor.
Entre um “Eu Amo Você” e um “Paga o que deves” surgiram episódios explicativos da forma de construção do sentido de humor e do respectivo impacto nos diversos públicos. Em suma, um agradável tempo em muito boa companhia. Gostei e voltava a repetir!
Paulo Afonso Ramos
quinta-feira, janeiro 28, 2010
Outro caminho
Escaparates em forma de cubo
fizeram os traços do meu amanhecer
e eu, ao acordar, vi o rasto da partida
o meu único infortúnio: o amor
caminhei por uma nova estrada
nas minhas mãos estendida.
fizeram os traços do meu amanhecer
e eu, ao acordar, vi o rasto da partida
o meu único infortúnio: o amor
caminhei por uma nova estrada
nas minhas mãos estendida.
quarta-feira, janeiro 27, 2010
O sussurrar do pensamento
Vera
Embora hoje seja um dia importante para ti, gostava que sentisses que é nos outros dias, os do silêncio, do nevoeiro denso que procuro por ti. Há nesses dias a magia dos sinais do tempo e das loucuras da amizade. Há tanto tempo para estar mesmo não estando e na ideia do momento, entre pedidos ou beijos perdidos, deixo-te o meu desejo dos outros dias esquecidos – a tua verdadeira amizade – e depois de um sorriso ou uma lágrima, aqui ou ali, que venha mais outra emoção sem aviso ou preceito.
E a minha alegria, pintada de cores brilhantes é a mesma em que pensas quando sorris, é saber-te por perto e em lugar certo, nesse cantinho resguardado.
Poderia escrever-te mais mil palavras, repetidas num eterno obrigado, mas nunca saberias que estes meus parabéns são bem maiores do que tu vês e tão menores do que tu mereces.
Já te disse hoje que gosto muito de ti?
Beijo-te
PAR
Embora hoje seja um dia importante para ti, gostava que sentisses que é nos outros dias, os do silêncio, do nevoeiro denso que procuro por ti. Há nesses dias a magia dos sinais do tempo e das loucuras da amizade. Há tanto tempo para estar mesmo não estando e na ideia do momento, entre pedidos ou beijos perdidos, deixo-te o meu desejo dos outros dias esquecidos – a tua verdadeira amizade – e depois de um sorriso ou uma lágrima, aqui ou ali, que venha mais outra emoção sem aviso ou preceito.
E a minha alegria, pintada de cores brilhantes é a mesma em que pensas quando sorris, é saber-te por perto e em lugar certo, nesse cantinho resguardado.
Poderia escrever-te mais mil palavras, repetidas num eterno obrigado, mas nunca saberias que estes meus parabéns são bem maiores do que tu vês e tão menores do que tu mereces.
Já te disse hoje que gosto muito de ti?
Beijo-te
PAR
terça-feira, janeiro 26, 2010
Poema demolido
Há uma lágrima no canto do olho
desse menino inocente
que entre silêncios respira
os desejos do amanhã
há uma lágrima tímida
que esconde as esperanças perdidas
nos dias que já morreram
há, nesse olhar enigmático, a dor
a dor de existir.
As imagens que se repetem
nas televisões do mundo
e que não trazem as poeiras
ou os cheiros das ruas
não mostram as tristezas
não contam as lágrimas perdidas
nas noites de sobressaltos.
Há histórias escondidas
de sorrisos e memórias esquecidas.
Mas em cada criança
há um poema que há-de surgir
e será a mais linda flor
que o mundo um dia viu florir!
desse menino inocente
que entre silêncios respira
os desejos do amanhã
há uma lágrima tímida
que esconde as esperanças perdidas
nos dias que já morreram
há, nesse olhar enigmático, a dor
a dor de existir.
As imagens que se repetem
nas televisões do mundo
e que não trazem as poeiras
ou os cheiros das ruas
não mostram as tristezas
não contam as lágrimas perdidas
nas noites de sobressaltos.
Há histórias escondidas
de sorrisos e memórias esquecidas.
Mas em cada criança
há um poema que há-de surgir
e será a mais linda flor
que o mundo um dia viu florir!
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Cruzam fontes
Águas que marcam o compasso
desenham aureolas de desejos
e os putos param a jogatina
para sentirem os ritmos do tempo
cruzam olhares
na excursão da vida
desenham aureolas de desejos
e os putos param a jogatina
para sentirem os ritmos do tempo
cruzam olhares
na excursão da vida
domingo, janeiro 24, 2010
Guardo palavras ásperas
No hálito do dia
que caminhas na memória
guardo palavras
como prisioneiras do templo
são palavras ásperas
acorrentadas ao silêncio.
que caminhas na memória
guardo palavras
como prisioneiras do templo
são palavras ásperas
acorrentadas ao silêncio.
sexta-feira, janeiro 22, 2010
Valdevinos
Há um nevoeiro denso, que só eu o vejo e que cobre o meu trecho. Sei que há porque o sinto nas entranhas das horas, pardacentas, e sem conceitos de povoados fátuos…
Toda a terra rodopia em versos e esse poema que não consigo escrever é um corpo desfeito de vontades impróprias.
Que digo eu? Se a mente, a minha mente, fugiu dos agressores deste patamar de delícias encobertas e onde a vingança vigora como lei do ciliciado.
Há um nevoeiro opaco que visita os valdevinos do cumprimente etéreo das malícias, que abrangentes, esticam os pensamentos dos loucos, e, segundo dizem, ainda restam os poetas, imunes aos descalabros da decência de exercitar o desejo. Sim, eles podem! Podem fugir do trivial e em espaços reduzidos, podem brincar com as palavras e pintar o nevoeiro, mesmo o meu, que é aquele que ninguém vê…
Há um nevoeiro austero, sem coloridos, que peço para pintarem de verde. Pintem-no de verde por favor, e, quando acabarem, gritem o meu nome e abram alas que eu quero passar, quero regressar à lucidez de estar vivo e atento aos momentos da vida.
Gritem, por favor gritem, que quero ver o nevoeiro pintado de verde e, mais do que tudo, quero regressar.
Esperem! Esperem. Que vejo eu? Há um nevoeiro verde, intenso e ainda não gritaram o meu nome!
Toda a terra rodopia em versos e esse poema que não consigo escrever é um corpo desfeito de vontades impróprias.
Que digo eu? Se a mente, a minha mente, fugiu dos agressores deste patamar de delícias encobertas e onde a vingança vigora como lei do ciliciado.
Há um nevoeiro opaco que visita os valdevinos do cumprimente etéreo das malícias, que abrangentes, esticam os pensamentos dos loucos, e, segundo dizem, ainda restam os poetas, imunes aos descalabros da decência de exercitar o desejo. Sim, eles podem! Podem fugir do trivial e em espaços reduzidos, podem brincar com as palavras e pintar o nevoeiro, mesmo o meu, que é aquele que ninguém vê…
Há um nevoeiro austero, sem coloridos, que peço para pintarem de verde. Pintem-no de verde por favor, e, quando acabarem, gritem o meu nome e abram alas que eu quero passar, quero regressar à lucidez de estar vivo e atento aos momentos da vida.
Gritem, por favor gritem, que quero ver o nevoeiro pintado de verde e, mais do que tudo, quero regressar.
Esperem! Esperem. Que vejo eu? Há um nevoeiro verde, intenso e ainda não gritaram o meu nome!
quinta-feira, janeiro 21, 2010
À conversa com… José Fanha

(Pequena Introdução)
À conversa com… é uma iniciativa conjunta entre a Isabel Fontes (Autora da Temas Originais e agente literária) e a Biblioteca Municipal Central de Lisboa – Palácio das Galveias, campo pequeno em Lisboa.
Esta iniciativa, de louvar, pretendente colocar uma figura, pública ou não, à conversa com quem queira estar presente naquela importante biblioteca de Lisboa. Decorre sempre nas primeiras terças-feiras de cada mês e começa pelas 19h e 30m.
Confesso que me sinto um privilegiado por poder estar presente.
A terceira conversa foi com o José Fanha e decorreu no dia 19 de Janeiro de 2010.
Pequena biografia:
José Fanha (Lisboa, 10 de Fevereiro de 1951) é um escritor de livros infantis, português. É arquitecto, professor de ensino secundário e, actualmente, guionista para televisão e cinema. Poeta, escritor de histórias infantis, autor de textos para televisão, rádio e teatro e pintor nas horas vagas.
TEMA: A arte de ler
Mais uma aprendizagem bem conseguida sobre alguns segredos para a arte de ler e, como tudo, ficam a saber que aqui também existem segredos. Claro que não os vou revelar aqui, até porque essa partilha deve ser feita por quem sabe fazê-lo, por quem, como o José Fanha, estuda esse fenómeno.
Posso dizer-vos que através da sua palavra corremos o mundo para entendermos o nosso hábito, ou a falta dele, na velha questão da leitura. Percorremos épocas, tradições e sempre à volta dos livros e da Internet. O José Fanha abordou e bem, os grupos de leitores e os seus objectivos. Falou-se de escritores. De pensadores e de livros emblemáticos. Esta sessão teve uma “casa” bem composta de público e todos saímos satisfeitos pela belíssima opção que fizemos.
Até ao próximo que é o Nilton no dia 2 de Fevereiro de 2010.
Paulo Afonso Ramos
quarta-feira, janeiro 20, 2010
À conversa com… Pedro Barroso

(Pequena Introdução)
À conversa com… é uma iniciativa conjunta entre a Isabel Fontes (Autora da Temas Originais e agente literária) e a Biblioteca Municipal Central de Lisboa – Palácio das Galveias, campo pequeno em Lisboa.
Esta iniciativa, de louvar, pretendente colocar uma figura, pública ou não, à conversa com quem queira estar presente naquela importante biblioteca de Lisboa. Decorre sempre nas primeiras terças-feiras de cada mês e começa pelas 19h e 30m.
Confesso que me sinto um privilegiado por poder estar presente.
A segunda conversa foi com o cantor (o lado que melhor conhecem) Pedro Barroso e decorreu no dia 9 de Janeiro de 2010.
Pequena biografia:
Pedro Barroso, nascido em Lisboa em 1950, é músico, cantor, maestro, poeta, compositor, artista plástico, (licenciado em educação física e pós-graduação em Psicoterapia Comportamental), e devido à sua genialidade é um dos maiores nomes da música portuguesa.
TEMA: O País cultural uma experiência de vida
O Homem é um comunicador nato! Consegue ser bom em tanta coisa, pois além de cantar e tocar (comemorou 40 anos de carreira em 2009) é artista plástico, maestro, escritor (Autor da Temas Originais com o livro “Contos Anarquistas”), compositor e poeta.
Percorremos em conjunto e liderados pela sua voz os caminhos já de outros tempos onde as histórias tiveram lugar. Visitamos alguns momentos de Virgílio Ferreira e aprendemos mais um pouco da nossa história.
Abordamos temas diversos, histórias de encantar e experiências para guardar, na verdade, estivemos bem perto do Homem e da sua família, contada na primeira pessoa.
Momentos ricos e de grande simbologia que saberei guardar com enorme simpatia.
Já conhecia o Pedro Barroso e sabia da sua excelente condição de comunicador, por isso, o resultado de um fim de tarde ou princípio de noite muito bem passado não foi surpreendente. A repetir e recomendo a quem puder assistir.
Ao terminar, um tempo para as perguntas e respostas, para que todos saciassem a curiosidade ou tirassem dúvidas.
Mais outra sessão que nos fez esquecer o tempo e quando tomamos consciência desse tempo vimos que as horas não perdoam e com pena nossa tivemos que acabar.
Até ao próximo que é o José Fanha.
Paulo Afonso Ramos
terça-feira, janeiro 19, 2010
À conversa com… Pedro Paixão

(Pequena Introdução)
À conversa com… é uma iniciativa conjunta de Isabel Fontes (Autora da Temas Originais e agente literária) com Biblioteca Municipal Central de Lisboa – Palácio das Galveias, no Campo Pequeno em Lisboa.
Esta iniciativa, de louvar, pretendente colocar uma figura pública, ou não, à conversa com quem queira estar presente, nas primeiras terças-feiras de cada mês, às 19h30, naquela importante biblioteca.
Confesso que me sinto um privilegiado por poder estar presente.
A primeira conversa foi com o escritor Pedro Paixão e ocorreu no dia 2 de Janeiro de 2010.
Pequena biografia:
Pedro Paixão, escritor português, nascido em Campo de Ourique (Lisboa), no dia 7 de Fevereiro de 1956. Doutorado em Filosofia. Foi professor dessa disciplina na Universidade Nova de Lisboa.
Tem 22 livros publicados. A temática do amor, quase sempre frustrado ou à beira da frustração, ocupa uma grande parte do universo ficcional do autor. A mulher, nas suas diversas manifestações (musa, demónio, aparição, sonho, tentação, ...) aparece na vida dos seus personagens para logo desaparecer, permanentemente ou não. Segue-se a busca, a procura dessas personagens, ora etéreas, ora matérias.
TEMA: Pedro Paixão lê Pedro Paixão
Éramos alguns, e creio que todos numa grande expectativa. O escritor Pedro Paixão, rodeado dos seus muitos livros, escolhe o primeiro texto para ler. Os textos estavam devidamente marcados com a antecedência que estas coisas requerem.
Entre leituras e histórias, surgiram algumas explicações, umas em relação à arte de escrita e outras em afinidade ao escritor. Bons momentos que depressa se passaram, que estas coisas que dão imenso gosto fogem-nos num instante. Para terminar a sessão um conjunto de perguntas todas com direito a resposta.
O Homem lê bem e escreve melhor!
Guardo algumas coisas que aprendi com o escritor e uma nova experiência de todo gratificante. Como dizia, sinto-me um privilegiado em estar naquele evento e, gostaria que ele, o evento, pudesse correr o país para que outros pudessem ter o mesmo privilégio.
Até ao próximo que é o Pedro Barroso.
Paulo Afonso Ramos
segunda-feira, janeiro 18, 2010
Louca sabedoria
Louca sabedoria
incrementada pela voz
desse dom
que é saber comunicar
saber viver melhor
sem a dor de andar perdido
louca sabedoria!
Saber olhar o nosso sentir
saber tocar nesse desejo entranhado
com um afável sorriso
e no gesto sucumbir à tentação
louca sabedoria
de saber galantear cada dia.
incrementada pela voz
desse dom
que é saber comunicar
saber viver melhor
sem a dor de andar perdido
louca sabedoria!
Saber olhar o nosso sentir
saber tocar nesse desejo entranhado
com um afável sorriso
e no gesto sucumbir à tentação
louca sabedoria
de saber galantear cada dia.
domingo, janeiro 17, 2010
A minha verdade
Mais vale fazer tudo por bem, embora muitas coisas saiam mal!
Porem, assim sempre fica a intenção e a realidade de se ter tentado, e a certeza que se tudo fosse feito por mal, nenhuma teria sentido …
Eis a minha verdade!
Nota: Frases e pensamentos: O pensamento da noite.
Porem, assim sempre fica a intenção e a realidade de se ter tentado, e a certeza que se tudo fosse feito por mal, nenhuma teria sentido …
Eis a minha verdade!
Nota: Frases e pensamentos: O pensamento da noite.
sábado, janeiro 16, 2010
O silêncio das estrelas
Alegres e cintilantes vão as estrelas
numa romaria sem fim ou propósito
e fortificam o céu de ideias translúcidas
desenhando devaneios interpolados
na noite, a luz da lua, testemunha
e o silêncio adormece-nos.
numa romaria sem fim ou propósito
e fortificam o céu de ideias translúcidas
desenhando devaneios interpolados
na noite, a luz da lua, testemunha
e o silêncio adormece-nos.
quarta-feira, janeiro 13, 2010
Luz
São tantas falhas
Tatuadas de horror
Entre miragens
De perfeição e de amor
Há tanta gente em tanta solidão
Sem que a luz viabilizasse
A voz da resposta que, no impasse, falasse
Para denunciar tanta desmoralização.
Tatuadas de horror
Entre miragens
De perfeição e de amor
Há tanta gente em tanta solidão
Sem que a luz viabilizasse
A voz da resposta que, no impasse, falasse
Para denunciar tanta desmoralização.
segunda-feira, janeiro 11, 2010
Coisas da vida
Tenho no mar o meu alimento
que o olhar absorve
e no céu a esperança
num voo do pássaro
e na terra tenho a morte escondia
que me espera, pacientemente.
que o olhar absorve
e no céu a esperança
num voo do pássaro
e na terra tenho a morte escondia
que me espera, pacientemente.
sexta-feira, janeiro 01, 2010
Grito o meu fim!
Antes de começar, já cheguei ao fim
não sou nada nem ninguém
serei, quanto muito, um queixume
ou um conjunto de passos
entre os dados e os que estão por dar
por isso não me julguem
não me criem rótulos
nem tão pouco desejos
não sou nada nem ninguém
que possa estar no ventre da vossa mão
ou na rotura da vossa imensidão
bastam-me os dias que me seguem
bastam-me os silêncios da minha dor
para que a tormenta seja a minha própria ferramenta
para que destrua a festa de ser a imagem que não se aguenta
e antes de começar, quero gritar, o meu próprio fim!
não sou nada nem ninguém
serei, quanto muito, um queixume
ou um conjunto de passos
entre os dados e os que estão por dar
por isso não me julguem
não me criem rótulos
nem tão pouco desejos
não sou nada nem ninguém
que possa estar no ventre da vossa mão
ou na rotura da vossa imensidão
bastam-me os dias que me seguem
bastam-me os silêncios da minha dor
para que a tormenta seja a minha própria ferramenta
para que destrua a festa de ser a imagem que não se aguenta
e antes de começar, quero gritar, o meu próprio fim!
quinta-feira, dezembro 31, 2009
Excelente ano novo para todos!
Obrigado por mais um ano.
Obrigado por passarem por aqui.
Obrigado por lerem.
Obrigado por existirem!
Um excelente ano novo de 2010 para todos!
Beijos para as meninas
e Abraços para os meninos
Obrigado por passarem por aqui.
Obrigado por lerem.
Obrigado por existirem!
Um excelente ano novo de 2010 para todos!
Beijos para as meninas
e Abraços para os meninos
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Se… se não houvesse um se!
Sedento, ergue-se na voz
estica os braços e tenta agarrar o presente
de desejos imaturos, de vácuos de memória
com a ânsia da angariação
se, esses gestos desarticulados, fossem um som
diria: - és passado! – e a rotina morreria ali.
estica os braços e tenta agarrar o presente
de desejos imaturos, de vácuos de memória
com a ânsia da angariação
se, esses gestos desarticulados, fossem um som
diria: - és passado! – e a rotina morreria ali.
quarta-feira, dezembro 23, 2009
segunda-feira, dezembro 21, 2009
Preconceito (Social)
Há uma luz que nos guia
tal clarividência que chega a ser visionária
guia-nos ao sabor da nossa imaginação
do desejo mais intrínseco
há nessa luz uma total liberdade
que, por vezes, nos faz escolher mal.
tal clarividência que chega a ser visionária
guia-nos ao sabor da nossa imaginação
do desejo mais intrínseco
há nessa luz uma total liberdade
que, por vezes, nos faz escolher mal.
segunda-feira, dezembro 14, 2009
Poema psicossomático
O Pintor
Na agonia da dor
vive ou sobrevive o homem
rodeado dos impropérios
gritados pelos falhanços da vida
na tela, pintou, com cores envolventes
a vida que nunca teve.
Na agonia da dor
vive ou sobrevive o homem
rodeado dos impropérios
gritados pelos falhanços da vida
na tela, pintou, com cores envolventes
a vida que nunca teve.
domingo, dezembro 13, 2009
Apresentação do livro " Poesia Erótica"

Os autores, Isabel Fontes e Zé Albano, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Poesia Erótica” a ter lugar na Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, Avenida Conde Castro Guimarães, 6, Reboleira, Amadora (Frente ao Colégio Militar da Amadora), no próximo dia 19 de Dezembro, pelas 19:00.
Obra e autores serão apresentados pelo escritor Joaquim Evónio e esta sessão contatá com leitura de poemas por JoaKim e Anabela Santos.
segunda-feira, dezembro 07, 2009
Eventos da Temas Originais para 11 e 12 de Dezembro de 09
Estimado Leitor,
11/12 pelas 19,30 Horas – Lisboa – Tertúlia

A Temas Originais tem o prazer de o convidar a estar presente na 2.ª Tertúlia “temas originais”, a ter lugar na Biblioteca Municipal Central de Lisboa, localizada no Palácio Galveias, Lisboa, no próximo dia 11 de Dezembro, pelas 19:30.
Dia 12
12/12 pelas 16 Horas – Lisboa – Poesia

O autor, António Castel-Branco, o pintor, Filipe Amaral, a Temas Originais e a First Gallery têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro“Jardim de Palavras”, e na inauguração da exposição de pintura “Estruturas no Espaço e no Tempo”, a terem lugar na First Gallery, sita na Rua Conceição da Glória, 12, em Lisboa, no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 16:00.
Obra e autor serão apresentados por Odete Caldeireiro.
12/12 pelas 18 Horas – Ílhavo – Poesia

A autora, Paula Pinto, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Marés de Poesia” a ter lugar na Biblioteca Municipal de Ílhavo, sita na Avenida Gen. Elmano Rocha, em Ilhavo, no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 18:00. Obra e autora serão apresentadas pela poetisa Isabel Rosete e esta sessão contará com a leitura de poemas por Cláudia Stattmiller e pelo Grupo Poético de Aveiro.
12/12 pelas 19 Horas – Lisboa – Ensaio

A autora, Magda Luna Pais, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro "Vida na Internet", a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 19:00.
Obra e autora serão apresentadas pelo Dr. Ivo Dias Sousa.
12/12 pelas 21,30 Horas – Oliveira de Azeméis – Poesia

A autora, Renata Pereira Correia, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Ensaios de Ficção”, a ter lugar no Art Club Bar / Restaurante, sito na Rua Dr. Bento Carqueja, 136, em Oliveira de Azeméis, no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 21:30.
Obra e autora serão apresentadas pelo pintor e ilustrador Ricardo Campos e esta sessão contará com a leitura de poemas por Ângelo Vaz e com um momento musical por Rui T. – The Man Without a Band.
Se puder, apareça!
Saiba mais em:
http://www.temas-originais.pt/
Obrigado.
11/12 pelas 19,30 Horas – Lisboa – Tertúlia

A Temas Originais tem o prazer de o convidar a estar presente na 2.ª Tertúlia “temas originais”, a ter lugar na Biblioteca Municipal Central de Lisboa, localizada no Palácio Galveias, Lisboa, no próximo dia 11 de Dezembro, pelas 19:30.
Dia 12
12/12 pelas 16 Horas – Lisboa – Poesia

O autor, António Castel-Branco, o pintor, Filipe Amaral, a Temas Originais e a First Gallery têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro“Jardim de Palavras”, e na inauguração da exposição de pintura “Estruturas no Espaço e no Tempo”, a terem lugar na First Gallery, sita na Rua Conceição da Glória, 12, em Lisboa, no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 16:00.
Obra e autor serão apresentados por Odete Caldeireiro.
12/12 pelas 18 Horas – Ílhavo – Poesia

A autora, Paula Pinto, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Marés de Poesia” a ter lugar na Biblioteca Municipal de Ílhavo, sita na Avenida Gen. Elmano Rocha, em Ilhavo, no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 18:00. Obra e autora serão apresentadas pela poetisa Isabel Rosete e esta sessão contará com a leitura de poemas por Cláudia Stattmiller e pelo Grupo Poético de Aveiro.
12/12 pelas 19 Horas – Lisboa – Ensaio

A autora, Magda Luna Pais, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro "Vida na Internet", a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 19:00.
Obra e autora serão apresentadas pelo Dr. Ivo Dias Sousa.
12/12 pelas 21,30 Horas – Oliveira de Azeméis – Poesia

A autora, Renata Pereira Correia, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Ensaios de Ficção”, a ter lugar no Art Club Bar / Restaurante, sito na Rua Dr. Bento Carqueja, 136, em Oliveira de Azeméis, no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 21:30.
Obra e autora serão apresentadas pelo pintor e ilustrador Ricardo Campos e esta sessão contará com a leitura de poemas por Ângelo Vaz e com um momento musical por Rui T. – The Man Without a Band.
Se puder, apareça!
Saiba mais em:
http://www.temas-originais.pt/
Obrigado.
sábado, dezembro 05, 2009
O périplo
Antes de avançar na leitura, pense na razão porque lê estas palavras, e depois, se achar que deva continuar, não se iniba, continue!
O que se segue é confidencial! Este confidencial é apenas no sentido de privado. E já agora, este privado é no sentido de individual…
Ainda mantêm a vontade e a certeza de que deve continuar esta leitura?
Ok! Já percebi que não desiste facilmente, ou melhor, que tem também alguma curiosidade. Afinal todos temos uma pontinha de curiosidade.
O que vai ler mais adiante, na sua generalidade, modificou a maneira de pensar de uma percentagem elevada dos leitores.
O texto reúne ideias simples e é constituído por apenas três (3) pontos.
Nada foi testado ou pensado com algum objectivo específico e o que acontece é considerado um fenómeno natural da sociedade actual.
Relembro que é confidencial, aquela confidencialidade que atrás lhe foi explicada, pelo que, depois de conhecer o seu conteúdo, não deve partilhar o conhecimento que adquiriu, pois por muita vontade que tenha ou mesmo que ache que determinada pessoa deva saber – não o faça – ser for esse o desígnio, deve esperar que o destino esboce o caminho e que tudo aconteça, ou seja, que a pessoa receba este texto pela via que deve receber, e que, certamente, não será através de si.
Continua com a vontade e a certeza de que deve continuar esta leitura?
Sente-se confiante?
Já percebi que nunca desiste de um objectivo e que vai querer chegar ao fim deste texto, aconteça o que acontecer.
Muito bem!
Seguimos estão o nosso périplo.
Vamos então debater o primeiro ponto. Mas antes verifique se está preparado para chegar aqui, se está disponível e confiante. Está?
Antes, deixe-me fazer uma referência ao tempo que este texto, que lê neste preciso momento, demorou a ser feito: Alguns dias. Entenderá porquê?
Se não notou nada de especial, deve começar a reler o texto, porque, certamente, ter-lhe-á escapado algo de muito importante. Talvez com a ânsia de chegar ao fim. Talvez. Mas o certo é que, de facto, se não entendeu a mensagem até aqui, de nada adiantará o seguimento desta leitura. Quanto mais se adiantar, se não perceber cada passo, mais a sua cabeça ficará confusa.
Também pode ler tudo e depois recomeçar com uma ideia do geral, mas garanto que não será a mesma coisa. Pode pensar que é, continue a sua leitura, mas nunca será a mesma coisa…
A decisão é sua. Só sua!
E como continua a sua leitura fica provado que a teimosia é algo de que não abdica, ou melhor, é uma teimosia aliada a uma curiosidade em compreender o que se passa. Mas, se invertermos a situação, não deixará de ser real, ou seja, há uma curiosidade alicerçada numa teimosia muito eficaz, que aliás, se comprova a continuação desta leitura!
Este texto não é seu, não lhe é devida a leitura e, no entanto, insiste em chegar ao fim! Gabo-lhe a resistência, até porque neste texto não existe nada que se salve, nenhuma ponta de interesse, nada de nada…
Fica assim provado que consegue, mesmo sem possuir algo interessante ou atractivo, reunir três condições essenciais para percorrer este périplo: Curiosidade + Teimosia + Resistência.
Parabéns por ter chegado ao fim!
O que se segue é confidencial! Este confidencial é apenas no sentido de privado. E já agora, este privado é no sentido de individual…
Ainda mantêm a vontade e a certeza de que deve continuar esta leitura?
Ok! Já percebi que não desiste facilmente, ou melhor, que tem também alguma curiosidade. Afinal todos temos uma pontinha de curiosidade.
O que vai ler mais adiante, na sua generalidade, modificou a maneira de pensar de uma percentagem elevada dos leitores.
O texto reúne ideias simples e é constituído por apenas três (3) pontos.
Nada foi testado ou pensado com algum objectivo específico e o que acontece é considerado um fenómeno natural da sociedade actual.
Relembro que é confidencial, aquela confidencialidade que atrás lhe foi explicada, pelo que, depois de conhecer o seu conteúdo, não deve partilhar o conhecimento que adquiriu, pois por muita vontade que tenha ou mesmo que ache que determinada pessoa deva saber – não o faça – ser for esse o desígnio, deve esperar que o destino esboce o caminho e que tudo aconteça, ou seja, que a pessoa receba este texto pela via que deve receber, e que, certamente, não será através de si.
Continua com a vontade e a certeza de que deve continuar esta leitura?
Sente-se confiante?
Já percebi que nunca desiste de um objectivo e que vai querer chegar ao fim deste texto, aconteça o que acontecer.
Muito bem!
Seguimos estão o nosso périplo.
Vamos então debater o primeiro ponto. Mas antes verifique se está preparado para chegar aqui, se está disponível e confiante. Está?
Antes, deixe-me fazer uma referência ao tempo que este texto, que lê neste preciso momento, demorou a ser feito: Alguns dias. Entenderá porquê?
Se não notou nada de especial, deve começar a reler o texto, porque, certamente, ter-lhe-á escapado algo de muito importante. Talvez com a ânsia de chegar ao fim. Talvez. Mas o certo é que, de facto, se não entendeu a mensagem até aqui, de nada adiantará o seguimento desta leitura. Quanto mais se adiantar, se não perceber cada passo, mais a sua cabeça ficará confusa.
Também pode ler tudo e depois recomeçar com uma ideia do geral, mas garanto que não será a mesma coisa. Pode pensar que é, continue a sua leitura, mas nunca será a mesma coisa…
A decisão é sua. Só sua!
E como continua a sua leitura fica provado que a teimosia é algo de que não abdica, ou melhor, é uma teimosia aliada a uma curiosidade em compreender o que se passa. Mas, se invertermos a situação, não deixará de ser real, ou seja, há uma curiosidade alicerçada numa teimosia muito eficaz, que aliás, se comprova a continuação desta leitura!
Este texto não é seu, não lhe é devida a leitura e, no entanto, insiste em chegar ao fim! Gabo-lhe a resistência, até porque neste texto não existe nada que se salve, nenhuma ponta de interesse, nada de nada…
Fica assim provado que consegue, mesmo sem possuir algo interessante ou atractivo, reunir três condições essenciais para percorrer este périplo: Curiosidade + Teimosia + Resistência.
Parabéns por ter chegado ao fim!
quinta-feira, dezembro 03, 2009
Nunca esqueças!
Nunca te esqueças de amar com verdade e de acreditares que é assim que te amam também!
terça-feira, dezembro 01, 2009
Eventos da Temas Originais para este fim-de-semana
Estimado Leitor,
Dia 4/12 – Lisboa

O autor, Joaquim Evónio, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Sombra em Clave de Sol”, a ter lugar na Biblioteca Central Municipal de Lisboa – Palácio Galveias, em Lisboa, no próximo dia 4 de Dezembro, pelas 19:30.
Obra e autor serão apresentados pelo poeta José Félix e pelo próprio, respectivamente.
Dia 5/12 – Braga

A Direcção da ASAS - Associação de Solidariedade e Acção Social de Santo Tirso, a Organização do VI Encontro do Luso-Poemas, a antologiadora, Vóny Ferreira, os Autores e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Trago-te um sonho nas mãos” a ter lugar nas antigas cavalariças do Mosteiro de Tibães, em Braga, no próximo dia 5 de Dezembro, pelas 15:30.
A obra será apresentada por Xavier Zarco.
Dia 5/12 – Lisboa

A autora, Antónia Serafim, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Sentimentos... Sonhos...” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 5 de Dezembro, pelas 16:00.
Obra e autora serão apresentadas pelo poeta Vítor Cintra.
E,

O autor, Jorge Vicente, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Hierofania dos Dedos” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 5 de Dezembro, pelas 19:00.
Obra e autor serão apresentados pelo poeta Rui Sousa e esta sessão contará com um momento musical por Patrícia Domingues.
E,

O autor, Henrique Mendes, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Quotidiano Subtil” a ter lugar no Palácio das Galveias, em Lisboa, no próximo dia 5 de Dezembro, pelas 19:30.
Obra e autor serão apresentados por Henrique Mendes.
Se puder, apareça!
Saiba mais em:
http://www.temas-originais.pt/
Obrigado.
Temas Originais
Torre Arnado
Rua João de Ruão, 12 - 1.º, Escr. 19
3000-229 Coimbra | Telef: 239 100 670
Site: www.temas-originais.com
Dia 4/12 – Lisboa

O autor, Joaquim Evónio, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Sombra em Clave de Sol”, a ter lugar na Biblioteca Central Municipal de Lisboa – Palácio Galveias, em Lisboa, no próximo dia 4 de Dezembro, pelas 19:30.
Obra e autor serão apresentados pelo poeta José Félix e pelo próprio, respectivamente.
Dia 5/12 – Braga

A Direcção da ASAS - Associação de Solidariedade e Acção Social de Santo Tirso, a Organização do VI Encontro do Luso-Poemas, a antologiadora, Vóny Ferreira, os Autores e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro “Trago-te um sonho nas mãos” a ter lugar nas antigas cavalariças do Mosteiro de Tibães, em Braga, no próximo dia 5 de Dezembro, pelas 15:30.
A obra será apresentada por Xavier Zarco.
Dia 5/12 – Lisboa

A autora, Antónia Serafim, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Sentimentos... Sonhos...” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 5 de Dezembro, pelas 16:00.
Obra e autora serão apresentadas pelo poeta Vítor Cintra.
E,

O autor, Jorge Vicente, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Hierofania dos Dedos” a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 5 de Dezembro, pelas 19:00.
Obra e autor serão apresentados pelo poeta Rui Sousa e esta sessão contará com um momento musical por Patrícia Domingues.
E,

O autor, Henrique Mendes, e a Temas Originais têm o prazer de o convidar a estar presente na sessão de apresentação do livro “Quotidiano Subtil” a ter lugar no Palácio das Galveias, em Lisboa, no próximo dia 5 de Dezembro, pelas 19:30.
Obra e autor serão apresentados por Henrique Mendes.
Se puder, apareça!
Saiba mais em:
http://www.temas-originais.pt/
Obrigado.
Temas Originais
Torre Arnado
Rua João de Ruão, 12 - 1.º, Escr. 19
3000-229 Coimbra | Telef: 239 100 670
Site: www.temas-originais.com
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