terça-feira, julho 24, 2007

Corpo...

O meu corpo sofre, tem angustias de solidão e quimeras de ausência… o meu corpo chama por o amor e pede para sorrir.
É apenas mais um corpo que busca o que precisa, que anda perdido, que é uma fonte de essência sem o ser…
O meu corpo chora, não de tristeza nem tão pouco de amargura, chora de loucura por não conseguir fugir aos reflexos do tempo e as mazelas da sociedade.
O meu corpo é a imagem de tantos corpos, é a prisão do meu poder e da minha ilusão!
Quando o meu corpo morrer, queimem a minha alma se a encontrarem…

1 comentário:

carla granja disse...

Olá Paulo ! gostei do teu poema têm palavras fortes ,mas k por fim acaba por ser triste. então te convido a visitar a minha ilha e vires dar um mergulho na agua quentinha da agua do farol.
bjo
carla granja