
Tu, que procuras na recordação
O alimento sem noção
Abandonas-te na sociedade
Percorrendo caminhos infinitos
Pedes caridade
Fugindo dos conflitos.
Marginalizados pelas ruas
Lugares… quão casa tua
Trazes vida, tens emoções
És humilde, sem aceitares abusos
Alimentas-te de recordações
E não admites insultos.
És o homem sem poder
Mas és dono do teu Ser
És o símbolo do que falhou
Carregas esse tormento
A esperança ainda não voltou
Vais vivendo do sofrimento.
Já dormiste em lugares infinitos
Já ganhaste e perdeste nos conflitos
Aguardas a hora da verdade
Queres deixar a vida
Força, para a nova realidade
Nessa viagem só com ida
1 comentário:
Dá que pensar este poema....
A tristeza de uma vida, uma vida que não é vida, é apenas (ainda) um respirar...
Beijo
Enviar um comentário