quarta-feira, junho 25, 2008

Xavier Zarco

Em homenagem ao Camarada Xavier Zarco, e em resposta ao seu post Dia 265 que nos oferece num diário virtual em: http://euxz.blogspot.com/ eis um singelo poema meu. É este o pretexto que uso para que chegue ao mais importante, que é poderem passar por este blog que nos oferece sempre coisas boas, por vezes vestidas de poesia, outras de sugestões e outras também de critica. Este homem do nosso mundo literário actual merece e deve ser lido, só assim pode ser reconhecido.



Poema


nascido
ancorado
nas águas
demove-se

inquieta-se
na prisão
do seu íntimo

mas sobrevive

4 comentários:

Vera disse...

Gostei do poema.
Sobrevive-se... sempre!

Beijo

Xavier Zarco disse...

Camarada,
Que exagero!, mas obrigado.
Sempre dou uso aos babetes que a minha mãe guardou.
Quanto ao teu poema, vem na linha do que esteve na base dessa minha fase poética: o Alberto de Lacerda, sobretudo o seu "Meio dia", editado pela Assírio e Alvim nos anos 80: uma poética minimalista, mas plena em imagética.
Um abraço

Xavier Zarco

Pedra Filosofal disse...

Simples mas cheio de conteúdo como convêm. E, de facto, é de visitar o blog do Xavier

Fragmentos de Elliana Alves disse...

Amei,muito lindo,adoro poemetos,bjsss e xau...